Normal enough to know that you're weird...
But too damn weird to do anything about it!
Domingo, Fevereiro 29, 2004
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Só mais umazinha
Mais uma música-fixação. Linda.
Acaso
Ivan Lins
Não sei se o acaso quis brincar
Ou foi a vida que escolheu
Por ironia fez cruzar
O meu caminho com o seu
Eu nem queria mais sofrer
A agonia da paixão
Nem tinha mais o que esquecer
Vivia em paz, na solidão
Mas foi te encontrar
E o futuro chegou como pressentimento
Meus olhos brilharam, brilharam, brilharam
No escuro da emoção
Não sei se o acaso quis brincar
Ou foi a vida que escolheu
Por ironia fez cruzar
O seu caminho com o meu
Lindamente gravada pelo Pedro Mariano no CD Piano e Voz, com o pai dele. Curioso é que tem outra música que tem tudo a ver com essa, Cupido. Ela foi escrita pelo Claudio Lins, filho do Ivan. E gravada pela Maria Rita, irmã do Pedro. Linda, também.
Cupido
Claudio Lins
Eu vi quando você me viu
Seus olhos pousaram nos meus
Num arrepio sutil
Eu vi... pois é, eu reparei
Você me tirou pra dançar
Sem nunca sair do lugar
Sem botar os pés no chão
Sem música pra acompanhar
Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu
Eu vi quando você me viu
Seus olhos buscaram nos meus
O mesmo pecado febril
Eu vi... pois é, eu reparei
Você me tirou todo o ar
Pra que eu pudesse respirar
Eu sei que ninguém percebeu
Foi só você e eu
Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu (2x)
Ficou só você eu eu
Quando você me viu...
***
Agora, com licensa, que eu, a Cris e o Ulisses nos convidamos pra ver o Oscar na casa do Otávio, embora ele não tenha sido avisado. Estamos correndo pra jantar e invadir a casa do nosso amigo.
postado por: Mari 7:39 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 27, 2004
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Um aniversário
Segunda comemoração
Uma noite, dois bares
Alguns chopes (8 ou 10)
Algumas cenas dignas de nota
Encontros e desenconstros
No primeiro bar, ouvi: ¿Qual o seu nome mesmo? Trabalhamos juntos por anos, mas nunca nos falamos. Só temos mesmo um amigo em comum¿
Obrigada por lembrar, Ivan Carlos
Expulsos do primeiro bar. ¿Quero ir embora¿, ¿não, vamos esticar¿, ¿mas a Fabíola tem de ir pra Santo André¿
¿Ok, eu levo a Fabíola e encontro vocês em outro bar¿
O outro bar
O lugar dos encontros e desencontros - ô, lugarzinho comum!
Gente que eu nem cogitava voltar a ver estava na mesa com os meus
A melhor cena
Surge Conrado, o Belo
Eu, a Fê e a Pá vamos ao banheiro mais vezes do que o necessário
Só pra termos mais uma visãozinha dele
Lindo
Dentro do bar - por que raios fomos sentar fora? Ah, não fomos nós que escolhemos
Droga
Valeu
postado por: Mari 3:09 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 26, 2004
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Eu me odeio...
Eu me odeio por ser tão mole e manteiga derretida
Eu me odeio por me chatear com coisas tão bobas
Eu me odeio por fazer pessoas fofas se sentirem culpadas por eu me chatear
Se na verdade eu me chateei mesmo é porque sou boba
***
Eu queria aprender com aquele lindo trecho
Não há porque chorar por um amor que já morreu
E eu queria passar pelo menos uma semana sem fazer menção ao cito nesse blog
Nem implícita nem explícita
postado por: Mari 8:21 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 25, 2004
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Triste lembrança
Hoje faz dois anos que a Silvia se foi. Ou na noite de ontem para hoje, talvez seja a definição mais exata.
O gozado é que eu me lembrei disso ontem à noite, por volta das 23h30.
Horário em que, há dois anos, ela devia estar decidindo que não queria mais viver.
Ou talvez estivesse escrevendo o bilhete de despedida para os pais (sou capaz de visualizar o bilhete, não sei por que imagino ele escrito em azul claro, da cor que ela costumava me escrever cartas).
Ou talvez estivesse indo para casa, em direção ao mar, num momento em que não havia mais volta: ela tinha decidido não viver mais - ou melhor, a depressão tinha decidido por ela.
É lancinante a dor por pensar nisso. E é inevitável lembrar de tudo, por doloroso que seja.
Perdas são para sempre.
postado por: Mari 1:48 PM
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Terça-feira, Fevereiro 24, 2004
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Da série A felicidade está nas pequenas coisas
Ontem foi aniversário da Pá. E nos reuinimos no Opção, eu, ela, Nani e Juvs. E foi ótimo, primeiro porque fazia tempo que eu não as via, assim, todas juntas, e depois porque é sempre bom reunir essa turma enlouquecida (talvez obnubilada).
E aí toca o telefone e é o André, que se comoveu com meus apelos e resolveu que queria bater papo.
Pena que estava um barulhão e não dava pra bater papo. Pena mesmo. Mas o telefonema valeu. André, vou retornar, prometo.
postado por: Mari 7:51 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 23, 2004
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Da natureza dos blogs
A Lu e a Raq foram no sambódromo cobrir o Carnaval.
E a Lu mostrou prá Raq várias pessoas que já apareceram aqui nessas divagações, tipo o Daniel ou a Rose. E a Raq me disse que olhou pra algumas pessoas e pensou "eu conheço ela um pouquinho..."
Na verdade, em uma das primeiras conversas que tive com a Raq por e-mail, ela me falou: "Acho que já visitei seu blog, é o Divagações Espontâneas, né?"
E eu respondi, "É, eu acho que tambpem já visitei o seu, não é o Um Mundo Freak?", e ela erspondeu: "Sim! Então nos conhecemos um pouco, já..."
Chegamos ao blog uma da outra por causa do João. E isso acaba acontecendo muito com quem é bloggeiro (acho esse termo brega, mas ok), a gente acaba conhecendo o blog de um monte de gente, e conhecendo um pouco das pessoas. E às vezes a gente descobre pessoas inesperadas que visitam o nosso blog. Enfim, o blog é uma comunidade.
E aí eu tive uma *brilhante* idéia: fazer uma reunião com as pessoas citadas aqui no blog! Assim, a Rose também fica sabendo quem é a Raq, e a Nani fica sabendo quem é o João, e a Pá pode conhecer o Zé - que, aliás, é um dos comentadores mais assíduos desse diário virtual, embora não tenha o dele.
Não ia ser divertido???
(ou eu tô sendo muito 15 anos, Lu e Raq?)
***
Ontem a baladinha foi sensacional. Teve milhões de momentos blogáveis. Só que nesse exato momento não tô conseguindo pensar num post sobre ela. Mas o namorado da Raq disse que se eu citasse ele aqui no Divagações, ele passava a me visitar, então, já citei, pelo menos essa vez, antes de eu pensar no post da baladinha, quando vou citar de novo, pra aumentar a audiência...
postado por: Mari 3:44 PM
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Domingo, Fevereiro 22, 2004
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Movies
Tô me sentindo meio brega por postar isso, mas, enfim, vamos lá.
Ontem fui ver Cold Mountain. A minha definição pra ele é: o Titanic da Guerra Civil Americana.
Mas ele cumpre bem o seu papel. É bonito, bem feito, com um bom elenco. E faz chorar.
E eu chorei. Chorei, porque a história é triste, porque as pessoas sofrem muito e eu odeio ver as pessoas sofrendo, não importa quem seja. Acho que sou meio bondosa demais.
E daí voltou aquela coisa medonha que é a vontade louca de me apaixonar e de ter alguém com quem trocar olhares e segurar a mão e ir ao cinema no domingo à noite.
Eu odeio ter essa vontade tâo à flor da pele. Por vários motivos. Porque estou num momento "me, myself and I". Porque quero ser egoísta e pensar em mim e repensar na minha vida, e não dá pra fazer isso direito tendo outra pessoa. Porque não tenho tempo pra dar atenção a ninguém, já não consigo ficar todo o tempo que eu queria com meus amigos e minha família. E por que, raios, por quem eu vou me apaixonar?
postado por: Mari 7:03 PM
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Sábado, Fevereiro 21, 2004
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É carnaval
E eu não gosto de "ziriguidum". Gosto da Ivete. Ok?
Poeira
Ivete Sangalo
A minha sorte grande
Foi você cair do céu
Minha paixão verdadeira...
Viver a emoção
Ganhar teu coração
Pra ser feliz a vida inteira...
È lindo teu sorriso,
O brilho dos teus olhos
Meu anjo querubim
Doce dos meus beijos,
Calor dos meus braços
Perfume de jasmim
Chegou no meu espaço
Mandando no pedaço
Um amor que não é brincadeira
Pegou me deu um laço
Danço bem no compasso, de prazer,
Levantou poeira
Poeira, Poeira, Poeira...
Levantou Poeira...
Chegou no meu espaço
Mandando no pedaço
Um amor que não é brincadeira
Pegou me deu um laço
Danço bem no compasso, de prazer,
Levantou poeira
Poeira, Poeira, Poeira...
Levantou Poeira...
postado por: Mari 4:39 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 20, 2004
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Fantasmas
É incrível como eles assombram
Naquela viagem pelos posts antigos encontrei um trecho de Lolita muito significativo. Como ontem eu emprestei o livro prá Raq, vou citar o trecho de cabeça, e não exatamente como ele é.
Enfim. Hubert pergunta a Lolita se existe alguma chance de ela voltar para ele. Ela responde:
- Nenhuma. É mais Fácil eu voltar para o Quil.
E ele reflete: "Era como se ela dissesse: Ele partiu meu coração. Você só arruinou a minha vida".
E quando eu postei isso fiz uma reflexão sobre esse trecho, que vou tentar reproduzir. É impressionante como as pessoas que partem o coração ganham um puta espaço. Como elas se tornam importantes. Como elas são inesquecíveis e, de repente, preferíveis. Como o espaço delas são garantidos, cativos. Como qualquer coisa que elas fizerem vai ter uma capacidade incrível de nos afetar para sempre.
Sim, aconteceu alguma coisa, mas eu não vou falar sobre isso. Só quis retomar a reflexão. (Não, não é o cito).
postado por: Mari 1:39 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004
Quarta-feira, Fevereiro 18, 2004
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Cadê meus neurônios?
A Lu e a Raq acham que ficaram na academia. Elas acham que tô emburrecendo. Pelo menos elas me tiram de rata de academia.
E pra completar, dos três biscoitos da sorte de hoje, o meu foi o mais imbecil.
O da Raq dizia: "É melhor se dobrar ao vento do que quebrar-se"
O da Lu dizia "Fracassar é desistir de levantar-se"
E o meu... "pratique esportes, mas não muito"
A Raq disse que era porque se fosse profundo eu não entenderia
:-(
postado por: Mari 9:26 PM
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Terça-feira, Fevereiro 17, 2004
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Querem ter vontade de ver Lost in translation?
Leiam isso!
Agora! Corram lá, tô falando!
postado por: Mari 9:30 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 16, 2004
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No finde
Passou voando, apesar de ter tido uma hora a mais.
Mas normalmente se passa voando é porque foi bom, né? O meu foi.
Eu vi Encontros e Desencontros (ou Lost in translation) duas vezes. O lado ruim é que, se eu vi a segunda vez, foi porque não consegui, pela terceira vez, ver Adeus, Lênin. Enfim, o filme é sensacional. Eu sei que todo mundo já viu. Mas quem não viu faça o favor de ver. Faça o favor de não perder.
Nem sei muito o que dizer. Ultimamente ando meio ruim de escrever sobre filmes e tal. Antes eu conseguia raciocinar melhor e escrever coisas com começo, meio e fim, mas ultimamente, sei lá, não consigo. Enfim, adorei. A amizade que a Sofia mostra é muito singela. Muito doce. E muito reconhecível, pra mim. Pensei pelo menos em duas pessoas que, de certa forma, foram Bob Harris pra mim. E dói pensar que no fim das contas ele vai embora e ela fica em Tóquio. Quer dizer, acaba. Muitas pessoas são assim importantes, mas depois somem.
Mas no fim, cada um vai embora com um sorriso no rosto. Despedidas dóem. Mas gente assim especial sempre deixa alguma coisa que nos faz sorrir.
Nem sei se consegui me fazer entender. Na verdade nem sei se estou entendendo todas as coisas em que estou pensando e sentindo.
postado por: Mari 11:34 AM
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Sexta-feira, Fevereiro 13, 2004
Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004
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Retificando
Raq, todas nós te consideramos muito sortudas, porque já levamos muito pé na bunda, de palhaço e de não-palhaço
Queremos aprender com você a sermos tão poderosas assim
:-)
***
Além de poderosa, a Raq é fofa. Ela jura que não quis parecer prepotende no comentário. E eu juro que não achei prepotente. O outro post era de brincadeira, não era pra soar agressivo - sorry se soou.
Na verdade é tudo uma grande brincadeira. A gente não quer levar pé nem perdido, mas sempre acaba levando um ou outro. Ou pula fora e perde por wo por puro medo. Normal. Como diz o Thi, ninguém disse que a vida seria fácil.
Ei, Raq, vc foi um bom presente de ano-novo. Talvez um presente de aniversário, né? Afinal acho que, se dá pra marcar uma época em que começamos a ficar mais amigas, foi por ocasião da minha festinha.
postado por: Mari 7:19 PM
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Um dia que começa com endorfina é sempre melhor que os outros
E hoje o dia começou com endorfina. Só isso já torna as coisas mais otimistas. Aí um moço bonitinho da academia me cumprimentou todo se achando meu amigo. Dois motivos pra eu sorrir.
Aí, o ponto alto do dia.
Fui no banco tirar dinheiro.
Enquanto estou no caixa, quem sai da agência?
Antônio Roberto.
Sim, é nome de novela mexicana, mas, pra quem não sabe, é meu amor platônico do cursinho. Era o profesor de literatura portuguesa. Ele é feio e baixinho e mirradinho, mas eu era apaixonada por ele. Aliás, continuo sendo. De vez em quando o destino faz isso comigo: coloca ele no meu caminho. E meu coração bate mais forte. E eu fico mais feliz.
postado por: Mari 3:03 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004
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Ilusão?
Conversando com a Raq num outro dia, chegamos naquele velho tema: as mulheres sempre acham que vão conseguir consertar o cara errado. "Ele é errado, mas comigo ele vai virar certo". A gente pensa isso e depois quebra a cara, porque eles nos deixam e ainda por cima continuam errando por aí. Logo, a idéia de que nós, moças direitas, somos "corretoras de homens errados" não passa de uma ilusão.
Mas, há pouco, convesando com a Lu, repensei essa tese. A gente ficou comparando histórias e mudou de idéia. Ok, a gente não vai mudar a índole de ninguém. Se o cara tem vocação pra palhaço, vai ser palhaço. Mas por um momento, no tempo que passar com a gente, ou mesmo depois, mas em relação a nós, eles podem não ser palhaços. Deu pra ententer? O mundo pode achar o cara palhaço. Mas com a gente, e só com a gente, eles são legais.
A gente não vai defender o cara diante do mundo. Nem tem como. Mas, well, o que fazer se nós fomos especiais, nem que só um bocadinho? Não somos obrigadas a odiar só porque o mundo odeia.
postado por: Mari 9:05 PM
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Terça-feira, Fevereiro 10, 2004
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Vida
(eu e a Raq achamos que já estamos esquecendo o que é isso)
Hoje almocei com o Ulisses e o Otávio, num japonês na Liberdade.
Foi ótimo.
Foi ótimo perceber que existe vida fora da redação. Que existe vida inteligente fora da redação. Que existe gente no mundo que não é jornalista e não é fonte. Enfim, que só lê o jornal e não participa da sua produção em momento algum.
Estamos combinando de ver estrelas no observatório da USP em Valinhos.
Planos pretenciosos.
Ulisses, obrigada pela companhia que vc tem sido nos últimos tempos.
postado por: Mari 9:32 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004
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Recebi de um amigo.
Se eles soubessem
por Danuza Leão
Os homens passam grande parte da vida falando de duas coisas: mulher e futebol. Quando se trata do quesito mulher, eles telefonam, articulam, combinam, se encontram e, na maior parte das vezes, não dá em nada. Por nada se considera sair para jantar seguido de um lugar onde se dança; a noite pode ou não terminar na cama, e na madrugada, na hora de ir cada um para sua casa, pinta um "valeu" ou um vago "eu te telefono" _quando pinta_, o que não quer dizer rigorosamente nada; e tchau tchau.
Já as mulheres _dos 12 aos 90_ que estão sós têm, todas, uma idéia fixa: o desejo de encontrar um companheiro, um acompanhante, um namorado, um amante ou um marido. Por pudor, eliminaram do vocabulário as palavras amor, paixão e casamento; afinal, mulheres resolvidas não podem falar de coisas tão fora de moda. Assim, ter uma pessoa com quem sai frequentemente, sem nenhum rótulo, já quebra o galho. E que ninguém cometa a gafe de perguntar "estão namorando?", porque na maioria das vezes elas não sabem; adorariam saber, mas não podem perguntar.
Já os homens não falam dessas coisas; talvez _talvez_ entre eles role às vezes _às vezes_ uma conversa de como seria bom ter uma mulher esperando por eles em casa; mas elas estão tão independentes, tão conscientes de sua liberdade e dos seus direitos, que é preciso muita coragem para propor alguma coisa de mais permanente. A palavra casamento não pode, jamais, ser pronunciada. Às vezes o homem cai de quatro por uma mulher, mas como estão sempre rodeados de amigos, rindo e brincando, cada um sendo mais inteligente e espirituoso que o outro, ela nem percebe. Afinal, quem tem a coragem de falar de sentimentos a esta altura dos acontecimentos? E que mulher vai levar a sério aquele namorado que vive dizendo as mais divertidas bobagens sobre as coisas? Para falar sério é preciso um certo clima, o que é evitado cuidadosamente por ambas as partes.
Mas se um homem quer uma mulher, de verdade, para que ela se apaixone não é preciso que ele tenha nenhuma daquelas qualidades de que se fala por aí. Ser um gato, ter um sobrenome famoso, um helicóptero e propor, numa quinta-feira, irem passar o fim de semana na Jamaica não impressiona ninguém. Uma mulher _estamos falando de mulher, claro_ só quer uma coisa de um homem: interesse e atenção. E atenção + interesse = amor.
Faça uma experiência: quando estiverem num bar qualquer, fique olhando de longe, sem dizer uma só palavra, e rapidamente ela começa a tomar conhecimento de sua existência. E quando chegar perto procure, devagarzinho, saber tudo sobre ela.
Por tudo se compreende se tem medo de raio, de trovão ou de avião, do que gostava de comer na infância, o que queria ser quando crescesse, o que quer da vida agora; essa pergunta é, aliás, perigosa, pois pode obrigá-la a responder os chavões feministas de sempre; pergunte se tem pesadelos, do que mais gosta de fazer, dos livros que leu quando pequena, dos que mais gostou. E aquela cicatriz no joelho, como é que aconteceu? Ah, um homem que quer saber da cicatriz do nosso joelho é absolutamente irresistível. Uma coisa leva a outra, e de repente ela vai estar perguntando como é que ele escolheu aquela profissão, quantos irmãos tem, se mora sozinho, se acha que Pelé é melhor que Maradona, desde quando usa óculos e por que.
Tem um problema: essas perguntas só podem ser feitas quando são absolutamente sinceras; mas, quando acontecem, mais da metade do caminho está andado.
Ah, se eles soubessem que nenhuma mulher, nenhuma, resiste a um homem que percebe, carinhosamente, que quando ela está nervosa seu olho esquerdo pisca. Você resistiria? Nem você nem ninguém.
Mas poucos sabem.
postado por: Mari 5:17 PM
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Mais da série Você já ouviu uma dessas
Depois do último post da série Você já ouviu uma dessas, a Raq selecionou duas ou três das frases "campeãs", ou "as piores". Todas tinham sido ouvidas por mim.
Daí no findea mostrei pra ela os primeiros posts da série. Ela escolheu aí umas duas ou três campeãs.
Adivinhem: ouvidas por mim, também. Eu disse que vou chorar desconsoladamente, porque vivo me metendo com caras que adoram soltar pérolas. Claro, ela me consolou. Direitinho: eu nem chorei!
Well, mas daí selecionamos mais umas frases. Dessa vez, pra não correr risco nenhum, não há frases ouvidas por mim (hehehe). Aliás, tb não foram ouvidas por ela. Foram "colhidas" por nós, o que é diferente. Os caros leitores não precisam, dessa vez, ter peninha de nós!
Vamos a elas.
Desculpe enxergar a realidade só agora. Não fomos feitos um para o outro
(Depois de dois anos e meio de namoro e juras de amor eterno)
Você pegou uma fase difícil minha
(Fase esta que durou praticamente um ano e meio. Essa fase foi meio longa né?)
Espero não ter te magoado
(clássica)
Eu acho que você é a mulher da minha vida, mas conversando com minha analista cheguei à conclusão de que eu não posso ficar com você porque eu só consigo me apaixonar por meninas que me maltratam
(Desculpa, Raq, mas depois dessa, eu sou campeã? hehehe)
Mas sabe quando vc olha muito numa direção e perde o foco? então, foi uma coisa meio assim. eu não estava prestando atenção, tava com o olhar perdido. era um quadro, uma bunda impressionista
(Explicação por ter olhado muito pra uma bunda enorme na rua)
No início eu tava tentando te conquistar, agora não preciso mais
(De um namorado, depois de uns meses de namoro)
Você já tinha todas essas espinhas quando começamos a namorar?
(Do mesmo namorado)
postado por: Mari 3:32 PM
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Domingo, Fevereiro 08, 2004
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Repostando
Eu e a Raq passamos boa parte do plantão revisitando posts antigos de nossos blogs.
Eu encontrei esse aqui, que tem tudo a ver com o meu momento. Merece ser re-postado
Tempo perdido
Hoje, indo pro jornal, li uma crônica do livro Que presente te dar, do Affonso Romano de Sant'Anna. Ela se chama A vida por viver e fala de um sentimento muito forte em mim, que coincidentemente tem sido tema de conversas com o Bruno ultimamente. É sobre a sensação de que a vida sufoca. De que a gente tá o tempo todo administrando o tempo, mas administrando com ocupações que são obrigações. Nas palavras do cronista:
É o seguinte: você passa a vida inteira entre as paredes de um escritório, fábrica ou qualquer lugar que condensa o seu trabalho. Passa lá oito ou dez horas por dia. Quando não está lá, também está lá, porque o escritório é o centro, o filcro, o olho do furacão de sua vida. Você está em Cingapura, mas sua secretária lhe mantém preso telefônica e umbilicalmente por um fio.
Daí, nasce a vontade de largar tudo. A convicção de que isso não é vida, em linhas gerais. A convicção de que o que está acontecendo é pura perda de tempo e é preciso mudar. É preciso buscar algo a mais, uma vida mais voltada pra si mesmo, menos voltada para os compromissos, uma vida em que os compromissos sirvam a nós, e não nós sirvamos aos compromissos. Não sei se estou conseguindo me expressar. Mas acho que muita gente sente isso.
Bem, a solução apresentada na crônica é a aposentadoria. Ela tá muito longe pra mim. Eu tenho de achar outra saída.
Como a do Kiko, talvez
postado por: Mari 6:14 PM
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Testes
Adoro fazer testes.
Hj fiz um que recebi por e-mail. O resultado disse coisas assim:
- Você é espontâneo, adora beijos e carinho de quem você ama
- Você aproveita o máximo da vida e seu amor logo aparecerá
- O ano será ótimo e vc se apaixonará por alguém inesperado
- Sua vida tomará um sentido diferente, parecerá difícil no começo mas será bom para você
- Você é espontâneo e gosta de agradar as pessoas
postado por: Mari 4:59 PM
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Desejos de consumo
Fazia tempo que eu não tinha grandes desejos consumistas. Mas hoje pensei em vários, na verdade desde ontem.
Primeiro, a fixação por um chanel não passou. Vou ser obrigada a comprar um. E outros desejos consumistas são diferentes do meu comum. Incluem uma camiseta de dry fit (é assim que escreve?), pra ir na academia. E mais um top, porque eu só tenho dois e é fogo ficar lavando na correria. E mais uma legging e também uma bermuda. Tudo pra malhação.
Mas também quero passar uma tarde descompromissada e sozinha num shopping - privilégio da solteirice. Claro que uma amiga pode me acompanhar. Mas tem de ser uma tarde de domingo light. Roupas leves, olhar vitrine, decidir um chanel que tem a minha cara, comprar coisinhas gostosinhas no Boticário e tomar um milk shake de ovomaltine no Bob's. E comprar umas roupinhas, só porque ter roupinhas novas no armário é legal.
Ah, sei lá, mulher precisa disso.
Domingo que vem, acho.
postado por: Mari 4:50 PM
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Sábado, Fevereiro 07, 2004
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Motivos para eu parar de beber
- Engorda
- Custa caro
- Me faz querer dormir muito no dia seguinte, em vez de ir na academia
- Eu acabo falando demais
- Eu rôo as unhas demais quando estou meio alta
- Eu acabo bebendo mais que a maioria das pessoas da mesa, e isso me preocupa
- Eu não gosto de gosto de cabo de guarda-chuva
E, por fim, porque eu quero ser saudável. Praticamente o orgulho da mamãe
postado por: Mari 12:50 AM
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Sexta-feira, Fevereiro 06, 2004
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Revolta
Copiado da Raq. Sobre um movimento que é uma criação coletiva de umas pessoas aqui do jornal revoltadas com as condições de trabalho.
A Senzalada
"O movimento que ficou conhecido como a Senzalada eclodiu em 6 de fevereiro de 2004. Durante aquela semana, jornalistas pop do prédio amarelo tiveram reuniões virtuais, nas quais ficou decidido o desenrolar da rebelião. O objetivo não era melhorar as condições de trabalho, e sim acabar com o trabalho em si. Às 21h daquele dia, um repórter bateu na mesa, ficou de pé e levantou as mãos, simbolizando sua demissão. O gesto _popularizado por um comercial de TV da época_ se repetiu por toda a redação, formando uma espécie de onda de demissões. Os mais exaltados correram para o aquário com garrafas de cerveja nas mãos. Há controvérsias sobre o que se seguiu (...). Horas depois, todos os jornais da primeira edição já impressos, descobriu-se que havia títulos como "Pau no cu" (...). Naquele final de semana, o jornal vermelho pop não circulou pela primeira vez. Nem circularia mais."
AQUINO, R., História das Sociedades, SP: 2025
postado por: Mari 3:08 PM
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Já que é pra sonhar...
Sonhos têm um lance de manifetação do inconsciente (ou subconsciente, sei lá) e tal. Mas às vezes acho que nem são. Tipo o que eu tive essa noite. Parece que foi só um sonho lúdico. E já que era pra inventar, vamos longe!!
Começou com um almoço num mega restaurante que era de uma amiga dos meus pais. Comida à vontade, e comida muito boa. E uma mesa de sobremesas sensacional. Bom, mas isso é tranquilo perto do resto.
Eu sapia do almoço e ia ao escritório do Fabio Assunção. Pra que? Sei lá. Fazer uma entrevista, talvez. Mas não rolava entrevista nenhuma porque o cara simplesmente me agarrava. Resto do sonho: o Fabio Assunção me agarrando.
Aí eu acordei. Nem era verdade.
Pior: acordei tarde porque meu despertador não tocou. Perdi a hora da academia...
postado por: Mari 11:39 AM
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Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004
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Duas constatações
as duas sobre a mesma pessoa
É gozado como mesmo uma pessoa que causou dor pode deixar boas marcas.
As boas marcas do cito são musicais. Por causa dele conheci Teenage Fanclub, por causa dele me inspirei mais por conhecer Belle&Sebastian.
É gozado, também, como pode ser um reencontro depois que tudo passou.
Da outra vez teve cena. Ele segurou minha mão, não queria me largar. E eu nem estava achando ruim ele não largar. Mas dia desses cruzei com ele e foi só "oi". Sem mais nem menos. Sem taquicardia, sem mão suando.
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Vc descobre que seu blog tem audiência quando alguém te cobra um post
postado por: Mari 8:13 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004
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O pior dia da minha vida
Foi ontem, sem dúvida.
Mas do jeito que dias ruins vêm se seguindo num crescendo no trabalho, não me espantarei se hoje for pior do que ontem, e se amanhã for pior do que hoje.
Eu praticamente fui ameaçada de demissão. Isso entre outros comentários sutis do meu chefe. Por bobagens, por coisa que outra pessoa menos atenta que eu faria a toda hora. Eu errei, cometi um erro, sim, mas não entra na minha cabeça que era preciso tanto escândalo por isso.
De certa forma, bem que eu gostaria de ter sido demitida ontem. Pelo menos hoje eu não precisaria ir lá, encarar o infeliz que andou me ameaçando e outras coisas mais. Pelo menos eu não teria de agüentar mais nada. É ridículo, em um ano ninguém topou fazer por mais de um mês o que eu estou fazendo há quatro. Alguém devia se ligar que é sobrehumana a exigência.
Que eu devo ser meio maluca por estar topando isso há tanto tempo.
A pergunta agora é: espero arrumar outro emprego pra cair fora, ou saio antes de desenvolver uma úlcera?
postado por: Mari 11:50 AM
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Segunda-feira, Fevereiro 02, 2004
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A tampa da minha panela
Meu espírito brega tá no úrtimo, eu sei.
Bem, é que a Rose cismou que descobriu quem é o homem da minha vida. Por mais provas em contrário que eu apresente, por mais empecilhos que eu relate, ela não se convence. Ela acha que descobriu por mim.
E a Lu concorda.
Aliás, na opinião da Rose, só falrta eu avisá-lo de que ele é meu namorado.
Simples assim.
Mereço?
postado por: Mari 9:13 PM
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SPFW
eu fui
A melhor balada dos últimos tempos, simplesmente. Nunca me imaginei lá, mas a Rose deu um jeitinho de a gente aparecer por lá, no lounge da Vivo - que era, de longe, o melhor de todos os que a gente visitou. (pra constar: o pior era o da Melissa).
Não que eu e a Rose sejamos exatamente a cara do mundinho fashion. Mas, bem, é um puta evento, vamos deixar de ir?? Nem pensar, né... no começo dá medo, porque tem um pessoal bem estranho. Mas logo que chegamos lá na Vivo e encontramos gente conhecida já começamos a nos sentir melhor. Primeiro porque o pessoal de lá é bem bacana (todo mundo fala mal da Vivo, mas, querem saber? Eu não tenho uma palavra contra a empresa). Depois porque começamos a ver gente bonita pra todo lado. E vamos combinar que isso faz bem pros olhos de todo mundo, né?
Nos divertimos um bocado na Vivo e decidimos andar. Primeiro, fomos na Natura, onde ganhamos um perfume e um batom, e ainda fomos maquiadas - moooito estilo! A Motorola tinha um bom som, bem balada mesmo. Na C&A, a gente podia ganhar brindes numa máquina de ursinhos, mas como somos tortas, não ganhamos nada e acabamos levando o prêmio de consolação, um delineador azul metálico (praticamente pra festa a fantasia, mas beleza).
Teve o mico do lounge da Melissa. Disputadíssimo, todo mundo tinha uma sacola com uma Melissinha vermelha. Decidimos tentar ver, puta frescura pra deixar entrar. Finalmente conseguimos, depois de um gato, conquistar um convite. Entramos. Well, lounge vazio, sorteio pra ganhar a sandália e não ganhamos. Ok, caímos fora. Não tinha absolutamente nada no lugar. Estavam fazendo um doce do caramba com aquela sandália. Ah, não vou me estender, é que ficamos com um ódio mortal, mas deixa pra lá.
Aí voltamos prá Vivo, que era onde a gente estava curtindo mesmo. Comidinhas e bebidinhas, gente legal, algons conhecidos, som bom, lugar agradável, estava sensacional a balada. Muito, muito, muito homem bonito, do garçom aos mil modelets que circularam por lá. Como eu sou pobrinha, não cismei com nenhum modelets, não. Curti um fotógrafo, que era da Vivo mesmo. E o assessor da Vivo, que estava de papo com a gente, recebeu a informação. Pra que eu fui falar, heim? Daqui a pouco me aparece o cara: "Mari, esse aqui é o Fabio". Bacana, onde eu enfio a minha cara nessa hora?
Se bem que o cara que estava controlando entrada e saída e os garçons também não eram nada mal, nenhum deles. Mas chegamos eu e a Rose, circulamos eu e a Rose e fomos embora eu e a Rose. Afinal, nem é o nosso mundo.
Mas a balada valeu. Ah, valeu.
postado por: Mari 11:33 AM
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