Divagações Espontâneas

Normal enough to know that you're weird... But too damn weird to do anything about it!



Segunda-feira, Maio 31, 2004

Preciso

Comer sushi

postado por: Mari 9:32 AM


Decepção

Então.
A viagem nem foi tudo isso.
Na verdade, 'a nível de' viagem, foi ruim.
É que Campos salva tudo, né? Ô, cidade gostosa... friozinho bom...

Mas a programação ficou toda em torno do hotel. Hotel pra cá, hotel pra lá. Nem passeamos. pisei uma vez na praça de Capivari, simplesmente o básico de Campos.
Não, não comprei malhas, não comprei chocolates, por pura falta de tempo. Desculpem-me os amigos que esperavam um chocolate de presente. Não foi possível.

Mas, puxa, adoro luxos de hotel.
Colchão delicioso.
Travesseiro de pluma de ganso.
Toalhas e roupões felpudíssimos.
Kit de banheiro. Ok, é freak. Mas eu adoro kits de banheiro, e esse foi o melhor que eu já vi - tinha algodão, uma sacolinha fofa...

Pena que, quando a gente vai a Campos do Jordão, a gente quer curtir Campos do Jordão, e não o hotel.

postado por: Mari 9:30 AM


Sexta-feira, Maio 28, 2004

Reuniões de pauta são divertidas.
A gente perde um tempão numa salinha tendo idéias
E, entre as idéias, todo mundo fala um monte de besteiras, a começar pelos chefes
Aliás, na minha reunião, há mais chefes do que repórteres
E mais homens do que mulheres

E, depois de falarmos e falarmos em pautas, ninguém define que repórter fica com o que
Bacana
A gente, repórteres, pressupõe depois, no café

postado por: Mari 3:37 PM


Prouded

Hoje eu dei entrada no meu registro profissional. Depois de meses com todos os documentos reunidos em um envelope, todas as cópias e originais, diplominha e tal, peguei o metrô e me movi até a Rua Martins Fontes.
Foram só 20 minutos até eu sair com um protocolo na mão - o registro fica pronto efetivamente em 15 dias.
Pronto, um problema a menos.
Agora nunca mais vou pensar "sua idiota, está tudo à mão, é só você ir lá"
Agora eu sou jornalista profissional

***

Meu trabalho tem sido muito positivo para mim e para a minha conta corrente.
Hoje fui tirar um extrato e, no finzinho do mês (pagamento hoje, ao fim do expediente bancário), meu saldo era surpreendentemente otimista. Andei esticando o salário :-)

***

E achei que merecia um casaco novo. Pra eu ficar bonitinha em campos, né?!?!

postado por: Mari 12:57 PM


Quinta-feira, Maio 27, 2004

Nome, RG e telefone celular

Foi com essa frase que eu recebi, em minha mesa, há poucos minutos, o comunicado de que nesse fim de semana vou para Campos do Jordão. Assim.
Convite de um hotel, pra fazer uma materinha.

Só acabou com meus projetos de uma cerveja com a Carol na Benedito e de fazer compras de peças de inverno.;
Quer dizer, pode ser que não para a segunda parte. Sabe como é, Campos também tem lojas

postado por: Mari 2:23 PM


Não agüento mais

Sonhos improváveis
Com pessoas improváveis
Em situações improváveis

postado por: Mari 12:48 PM


Onomástica

Descobri que ontem foi o dia da minha onomástica, ou seja, a santa que tem o mesmo nome que eu

Santa Mariana de Paredes

Santa Mariana de Paredes nasceu em Quito, Equador, no dia 31 de outubro de 1618. Órfã de pai aos quatro anos e de mãe aos seis, foi educada pela tia mais velha. Jovem ainda, foi iniciada nos "Exercícios de Santo Inácio de Loyola". Por várias vezes tentou abraçar a vida religiosa, seja como missionária em meio aos índios, seja como reclusa em algum convento. Por fim, apoiada pelos tios, que lhe deram alguns aposentos da casa, Santa Mariana transformou-os em clausura. Em 1645, ofereceu a sua vida pelas vítimas da epidemia que assolava a cidade de Quito. Caindo gravemente enferma, morreu nesse mesmo ano. Foi canonizada por
Pio XII, em 1950. É a primeira santa do Equador. Foi proclamada também heroína Nacional.

postado por: Mari 10:56 AM


Carta aberta ao Mancha

Caro Gustavo, mais conhecido como Mancha,
Onde está você?
Você não comentou mais aqui. Não escreveu mais no PP. Não respondeu ao meu e-mail.
Portanto essa foi a forma que encontrei para tentar me comunicar com você, embora não tenha certeza de que você tem acompanhado essas divagações. Outro dia quase postei aquela coleção das minhas piadas favoritas contadas pela Maria Rita no show, mas desisti, ou pelo menos adiei o plano, porque se você não estiver me acompanhando, o post perderá pelo menos a metade do sentido.
O Ulisses e o Otávio foram ao Observatório, sabia? Eu não pude ir.
Abandone os livros um instante e dê notícias!
E se possível, apareça aqui pela Terra da Garôa. O friozinho tá bom. E eu ainda estou te devendo te apresentar alguns chopes, não é mesmo?

postado por: Mari 10:12 AM


Quarta-feira, Maio 26, 2004

Frio

Antes eu detestava o frio. Agora, até aceito. Vejo vantagens nele, como por exemplo a possibilidade de comer fondue, os chocolates quentes mil, as muitas calorias e a menor preocupação com a forma física (ok, eu só preciso de uma desculpa pra me despreocupar).

E se tem uma coisa que eu adoro é o guarda-roupas de inverno. Mas ele me deprime também. Porque as vitrines são lindas, mas é tudo muito mais caro que no verão.
Hoje mesmo eu vi uma bota e um casaco nas vitrines perto de casa e desejei ambos ardentemente. Mas sei que meu orçamento não permitirá que essas duas peças migrem para o meu guarda-roupas nesse mês - aliás, o coitado anda muito caidinho e merecendo um upgrade.

Pequenas depressões de inverno.

postado por: Mari 4:27 PM


Embrulhando peixe

Hoje saí de casa (atrasada, droga, por que não consigo chegar na hora uma semana inteira que seja?) e vi pedaços de jornal espalhados pelo chão. Picotados.
Logo reconheci aquele em que eu trabalhava. O padrão das artes em primeiro lugar, daí aquele título com as chamadas "bandeiras" (que eu acho a coisa mais brega do mundo, fora que era muito chato de colocar isso com aquele sistema burro que se usa lá), as cores. É feio, mas senti uma pontinha de orgulho de ver o outro pelo chão (perdão aos amigos de lá!!)

Mas nada como um dia após o outro. Ou melhor, um passo após o outro.
Porque metros depois reconheci uma arte. Verde, quer dizer, era outro jornal. Ai, as ofertas de R$ 1,99. AI, mais um pedaço. "Atendimento da Telefonica foi ruim". Estava doendo o coração, já. Aí veio o golpe de misericórdia: um picote mostrava com todas as letras: "Seu Dinheiro".
Sim, picotaram o outro. Mas não se contentaram e picotaram o meu bebê! (ai, mulher, pára de chamar as coisas de bebê, pelamor!)

É. O jornal vale no dia. No dia seguinte ele já está embrulhando peixe.
Até o meu.

postado por: Mari 10:43 AM


De marinheiro

Você sbe que tem um nó bem complicado de desatar quando você explica a situação para a sua terapeuta e ela, em resposta, faz cara de interrogação e diz: "é, também não sei o que pensar"

Poxavida, o terapeuta é o pai do adulto! Sim, o pai, quando a gente é criança, é o super herói que resolve tudo e tem resposta pra tudo. Quando a gente cresce e descobre que papai não resolve tudo a gente paga sessões de terapia em busca de respostas!

Ou não?

Óquei, não deixo de a-do-rar a Fabi profundamente.

postado por: Mari 10:35 AM


Terça-feira, Maio 25, 2004

Sem culpa

Tem fontes que fizem coisas que não ajudam só na matéria. A gente leva prá vida.
Ontem eu fiz uma entrevista bem assim. A mulher falava da compra por impulso. A gente compra, depois o dinheiro faz falta e a gente fica se sentindo culpada. Tanto que aí a gente pega birra da compra e nunca usa. Fica inútil.

E eis a pérola da fonte: "Tudo o que a gente faz sem culpa leva à felicidade. Comprar sem culpa, comer sem culpa, amar sem culpa"

postado por: Mari 12:36 PM


Segunda-feira, Maio 24, 2004

Coisas boas, muito boas

O caderno, lindo-fofo, está nas minhas mãos
E a secretária acabou de me pssar a lista de documentos que tenho de trazer. Pra ser contratada!

postado por: Mari 4:28 PM


366 dias depois

Hoje faz um ano (bissexto) que estou solteira

postado por: Mari 9:04 AM


Domingo, Maio 23, 2004

Adorei

Então ontem a Nathália fez a sua festa de casamento.
E até agora minhas pernas estão doendo, de tanto que eu dancei. Não assim super doendo, mas dores vestígios.
Significa que eu dancei como há muito tempo não dançava. E ri e me diverti.
Adorei tentar dançar de passinho músicas que tocavam nos bailinhos da adolescência, embora não tenha dado muito certo.
Adorei pular feito uma imbecil quando tocou Superfantástico (aliás, onde está o meu disco?).
Adorei o garçom, que fez soda com vodka porque a queria Smirnoff Ice e não tinha.
Adorei muito muita coisa e fui pra casa feliz, praticamente pensando "bem que a Nathália podia casar todo mês".

Isso porque, logo que chegamos, eu e a Pá não dávamos nada pela festa.

postado por: Mari 7:01 PM


Surto

As pessoas não deviam cantar na redação enquanto outras pessoas estão trabalhando - ou tentando trabalhar

postado por: Mari 5:07 PM


Coisa de mulher

* Meninas, não percam a feira do circuito das malhas. Tá demais, sério

* Acho que já preciso fazer uma visitinha à Márcia, minha linda cabeleireira. O triste do cabelo curto é isso: logo fica sem corte!

postado por: Mari 4:56 PM


Sábado, Maio 22, 2004

Nunca me aconteceu antes

Saí de uma pauta ruim com quatro boas idéias de lide

***

Às vezes acho que quero desistir de ser repórter.
Normalmente acontece nesses plantões em cidades em dias frios e chatos
como hoje

é, acho que estou gostando de fazer economia

postado por: Mari 12:15 PM


Sexta-feira, Maio 21, 2004

O mundo é um lugar freak.
Juro, muito freak.

postado por: Mari 7:50 PM


Tristeza da semana

Caderno lindo.
Cheio.

Nem um anúncio.

postado por: Mari 3:14 PM


Teenager

Ontem eu ofereci uma Salclic do meu pacote pro homem mais bonito desse andar
E ele disse "não, obrigado"
Então, foi um diálogo
Logo, posso dizer: já conversei com o homem mais bonito desse andar

Ok, foi muito teenager

postado por: Mari 3:01 PM


Eu, um personagem de livro

Foi num surto que eu decidi reler Melancia. Na verdade dia desses a Juvs me devolveu e eu fiquei lembrando de passagens sensacionais. Até recomendei pra dois amigos a leitura desse livro - os dois que me recomendaram A namorada nº 44 de Harry Chess. Foi uma espécie de retribuição: agora que vcs me deram dicas de como vocês funcionam, eu recomendo que vocês leim isso pra saber como a gente funciona.

Aí que eu li umas 30 páginas e já grifei vários trechos que dizem "eu" (digressão: emprestar esse livro depois, exatamente como emprestar o meu Alta Fidelidade, vai ser permitir uma verdadeira invasão de privacidade. Mas como já fiz isso uma vez, acho que sou capaz de emprestar Melancia também). Esse, por exemplo:

Nunca pensei que conheceria um bom homem que quisesse se casar comigo. Muitos malucos, sem dúvida. Mas um bom homem, um pouquinho mais velho do que eu, com um emprego decente, boa aparência, engraçado, gentil.

Esse trecho se aplica a mim como o trágico reconhecimento de que eu acho que eu sou pouca coisa e, portanto, mereço pouca coisa (e, como constatei recentemente com a ajuda dele - sozinha eu não ia conseguir nunca -, não adianta me dizerem que eu até sou legal e tenho qualidades e tal, porque eu não acredito - perdão pela digressão confusa).

O gozado é lembrar como eu me sentia parecida com o momento inicial de desespero da Claire da primeira vez que li - acabou de ter seu bebê, acabou de ser abandonada pelo marido, tem pela frente 6 meses pra se afundar na casa dos pais. Hoje, apesar da identificação com muitas coisas da personalidade da Claire, eu me vejo mais na fase em que ela não parece mais uma melancia (ou seja, já emagreceu um pouco), já aceitou que o marido não volta mais e já cha que a vida é boa e vale a pena.
Parece um bom momento prá releitura.
Prometo reler rápido pra poder emprestar.

postado por: Mari 11:34 AM


Quinta-feira, Maio 20, 2004

Pra avisar

Começa hoje a campanha publicitária do caderno.
Tevê, rádio. Iupi!

postado por: Mari 11:31 AM


Mais uma vez

Mais uma vez eu decidi promover mudanças na minha dieta.
Primeiro, porque ando tendo muita dor de estômago pro meu gosto
Segundo, porque não estou satisfeita com o espelho

Então lá vou eu mais uma vez tomar chá com adoçante (café pode por causa das calorias, mas não pode por causa do estômago). Lá vou eu comer bolachinhas light dessas que tem na minha gaveta na hora do lanche - e comê-las aos poucos pra não ficar muito tempo de barriga vazia. Lá vou eu evitar as comidas gordurosas do restaurante do jornal. E da lanchonete do jornal. E lá vou eu retomar a fidelidade à academia (eu sou capaz, eu sou capaz, eu posso).
A intenção é que pelo menos a dor de estômago melhore nos próximos dias.

Ah, só não vou poder evitar o chope da segunda, isso não...

postado por: Mari 11:26 AM


Quarta-feira, Maio 19, 2004

Lembrei dessa música

EDUCAÇÃO SENTIMENTAL II
Leoni / Paula Toller / Herbert Vianna

A vida que me ensinaram
Como uma vida normal
Tinha trabalho, dinheiro,
Família, filhos e tal
Era tudo tão perfeito
Se tudo fosse só isso
Mas isso é menos do que tudo
É menos do que eu preciso

Agora você vai embora
E eu não sei o que fazer
Ninguém me explicou na escola
Ninguém vai me responder

Eu sei a hora do mundo inteiro
Mas não sei quando parar
É tanto medo de sofrimento
Que eu sofro só de pensar
A quem eu devo perguntar
Aonde eu vou procurar
Um livro onde aprender
A você não me deixar


É uma música interessante. Tem um pouco a ver comigo. Eu achava que tudo seria um pouco mais simples (pausa: não estou reclamanto, estou até tirando de letra algumas dificuldades).
Mas fico pensando: seria interessante se nossos problemas se resumissem a eventuais pés na bunda!

Comentário medo: fui procurar essa letra no Google e os primeiros links que apareceram diziam "Wanessa Camargo"

postado por: Mari 10:25 AM


Terça-feira, Maio 18, 2004

Festa

E ontem os jornaleiros conheceram o meu caderno - e todas as novidades do jornal (menos a pizza de sexta, que essa é restrita à redação!).
E isso foi numa festa lá no Olympia. Eu e a Chadia chegamos cedo e reservamos um camarote pra nós. A comida estava boa, a banda era daquelas de formatura. Admito: dancei até a música da Luka. E músicas da Ivete Sangalo com coreografia, básico. E disco music, básico também. E a verdade é que eu me lembrei por que gosto dessas festinhas. São toscas? Ah, isso são. Mas são divertidas à beça. A gente dança pra caramba e vê gente aparentemente séria dançando com o dedinho pra cima. E paga mico na frente dos chefes. E também ri de alguns chefes.
E vê seu chefe de ressaca no dia seguinte - mais conhecido como hoje.

Falando em ressaca, sim, foi braba. O vinho era péssimo e a cerveja era Nova Schin. Na boa, nunca antes eu enjoei de tomar duas latinhas de cerveja. Ontem foi a primeira vez de toda a vida. Fiquei tão embrulada que, na esticada (ah, sim, esqueci de contar que à meia-noite fomos expulsos da festa e isso também é básico de festa da empresa) eu mal consegui tomar um chope, porque estava embrulhadinha.

Mas valeu. Comemorar é sempre bom. E eu acho que a ocasião merece, por tosca que tenha sido a festa. E eu vou continuar comemorando, porque o bebê tá ficando lindo.

postado por: Mari 3:23 PM


Não sai da minha cabeça

Faz um tempo, tipo um mês, sei lá, que vira e mexe me vem na cabeça esse trecho daquela música maravilhosa, Samba da Bênção:

A vida é a arte do encontro
embora haja tanto desencontro nessa vida

Grande poetinha

postado por: Mari 11:42 AM


Segunda-feira, Maio 17, 2004

Eu queria escrever um post bacaninha sobre a comédia romântica que vi no sábado. Um lance sobre por que o Marco Ricca pode ser mais interessante que o Fábio Assunção.
E sobre a trilha sonora, Quanto um coração que está cansado de sofrer encontra um coração também cansado de sofrer...

Mas me bateu um negócio ruim
uma tristeza, um aperto, sei lá
e eu não quero mais falar de coisas fofinhas

postado por: Mari 6:18 PM


Mais da série Por que eu amo meus amigos

Do Thi, por e-mail, agora há pouco:
"beijocas e mais uma vez parabéns pelo filho!
Que cresça belo e saudável!"

postado por: Mari 4:43 PM


Porque me deu vontade

Preciso dizer que te amo
Dé, Bebel e Cazuza

Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo
Tanto

E até o tempo passa arrastado
Só p'reu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela eu não quero
Ser seu amigo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo, tanto

Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando cada gesto teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo, tanto

postado por: Mari 3:38 PM


Que nem criança

Tô vendo o caderno ficando pronto e tô muito feliz
assim tipo boba

postado por: Mari 3:34 PM


Mais terapeuticas

A Fabiana já tinha me dito muitas vezes que eu sou uma pessoa de extremos. Que comigo não há meio termo (objetivo a médio prazo da terapia: me ensinar o meio termo).
Comigo é assim: tudo ou nada. 8 ou 80. "Eu vi quando você me viu" ou "é uma pena, mas você não vale a pena". Superamigos ou só mais alguém. Mil posts num dia ou abandono do blog. Faço tudo pelo meu trabalho ou estou cansada e quero ir embora correndo. Passo a alface ou me entupo de chocolate.Quero muitos amigos ou quero ficar sozinha isolada do mundo.

Simples assim, só dois lados, sem essa de meio tom. Sem muita flexibilidade, também. Pelo menos comigo mesma (essa droga de relação comigo mesma, tão complicada demais).

Acho que sou um pouco passional.

I will go down with this ship
And I won't put my hands up and surrender
There will be no white flag above my door
I'm in love and always will be

postado por: Mari 1:20 PM


Um pouco Roxie Hart

Sábado tive um dia super amélia. Em casa, lavando louça, lavando roupa, e até fazendo tricô - o que é um indício de que talvez eu seja uma moça prendada e casadoira disfarçada de mulher moderna e indepentente, ao melhor estilo Cara Valente ("Esse humor é coisa de um rapaz que sem ter proteção foi se esconder atrás da cara de vilão"). Bom, mas isso é uma tese que eu não vou desenvolver aqui.

No meu dia amélia eu aproveitei pra ouvir CDs favoritos que eu não ouvia fazia tempo. Um deles foi, claro, Maria Rita - ai, como eu sou óbvia.
Aí, numa superalucinação diante da pia eu pensei: se tivesse um número de cabaré, à la Broadway, esse número seria com a música Não vale a pena. E eu teria três bailarinos me acompanhando. É, deu pra perceber o nível da loucura da pessoa, né? Claro que eu comecei a imaginar o número. E acho que ia ser divertido. Apesar de o André achar interessante o "número da coitada".

postado por: Mari 11:34 AM


Mil pensamentos no findi. Vão ser postados aos poucos.

(odeio que o computador de casa está em coma, porque eu penso as coisas e não posso escrever)

postado por: Mari 10:36 AM


Nervoso

Agora é verdade.
O número 1 tá riscado, paginado.
Estou escrevendo a página 13 agora. Que é pequena, porque tem uma arte enorme que eu já fiz.
Mas tem mais coisas, claro.
O importante é que agora é verdade. Isso tudo vai prá banca. Terça que vem.
Se teremos anúncios, saberemos até quinta. Espero que sim.

Pareço criança na véspera do Natal.

postado por: Mari 10:34 AM


Sexta-feira, Maio 14, 2004

Eu sei que eu estou impossível de tanto postar hoje. Mas essa eu preciso contar.
Quero ir ao cinema amanhã, mas a programação inicial talvez não dê certo. Toquei no assunto com a Nani: eu vou amanhã. Nem que seja sozinha no Santa Cruz à tarde.
Ela: "Vai ter um monte de crianças! Mas pelo menos você pode encontrar um pai solteiro"

postado por: Mari 2:07 PM


Era pra ser sério

Eu achava que o Portal Estadão fosse um divulgador de notícias sérias.
Mas duas das coisas que eu li lá há pouco me arrancara muitas risadas:

O nome de Luana Piovani, que já apresentou um programa na MTV diretamente de Nova York, o Tudo de Bom, também surgiu na imprensa. Aliás, a longa lista de namorados da atriz no último ano - Caco Ricci, Paulinho Vilhena, Marcos Palmeira e Ricardinho Mansur - poderia levar a ex-loira, atualmente morena, a apresentar uma versão do Fica Comigo na Record. Conselhos sobre namoros não vão faltar.

e

Deputado dos EUA quer proibir calças de cintura baixa

Baton Rouge, EUA - Um deputado quer tornar ilegal vestir calças de cintura baixa no Estado americano da Louisiana. O projeto de lei, do deputado Derrick Shepherd, transforma em crime o ato de usar roupas em público que ¿exibam intencionalmente as roupas de baixo ou exponham intencionalmente qualquer porção dos pêlos pubianos, do sulco das nádegas ou dos genitais¿. ¿Chega um momento, em toda sociedade, quando é preciso traçar uma linha pela decência¿, disse ele em seu discurso pela medida, que foi saudado com vaias e pelo menos um grito jocoso de ¿Chega de rego!¿

postado por: Mari 12:43 PM


Eu, uma especialista em diálogos surreais

Eu:
Descobri que adoro festas de família
Ele: Eu também adoro as festas da sua família

postado por: Mari 11:38 AM


Um dia pode ser bom quando de manhã ele foi bom
Quando começou com um banho quente num dia frio
e com uma conversa com mamãe sobre a vida
e sobre o presente de aniversário de papai

E ele pode ser muito bom quanto tem a perspectiva de acabar com uma pizza com duas amigas lindas, Chadia e Carol
Quando o grande drama acerca desse combinado é: 19h30 ou 20h?
Principalmente lembrando que, quando nos conhecemos, a essa hora de sexta-feira nós só imaginávamos o que seria o pescoção

Mas, claro, nem tudo é perfeito
E, pra o dia ter um ar esquisito, um sonho fez bem o trabalho
um sonho estranho
com pessoas improváveis
e situações improváveis

um lago que tinha cara de piscina, porque dava pra sentar na beirada e ficar molhando só os pés
um caminho até o lago que era cheio de água
e cheio de peixes
grandes, pequenos
coloridos, pretos, brancos
de rio, de mar, entre pedras
Um peixe em forma de cobra
("significa que uma amiga vai ficar grávida. Ou que uma amiga vai roubar seu namorado", previu uma vez uma mulher no metrô sobre sonhos com peixes em forma de cobra)

Pensamentos mil: por que isso agora? O que meu inconsciente (sobconsciente?) quer me dizer? Ou me lembrar?

Melhor eu pensar mais na pizza de morango com chocolate

postado por: Mari 11:32 AM


"Se você vai fazer alguma coisa errada, aproveita"

Proverbio iídich

Enviado pela Nani

postado por: Mari 11:26 AM


Quinta-feira, Maio 13, 2004

dia cansativo
pesado
longo
meio ruim

quero ir pra casa
quero um abraço
com cafuné
pensando bem, quero colo

postado por: Mari 8:00 PM


Essa música me persegue. Tanto que comecei a gostar dela.

Esperando aviões
(Vander Lee)

Meus olhos te viram triste
Olhando pro infinito
Tentando ouvir o som do próprio grito
E o louco que ainda me resta
Só quis te levar pra festa
Você me amou de um jeito tão aflito

Que eu queria poder te dizer sem palavras
Eu queria poder te cantar sem canções
Eu queria viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões
Cada dia que passo sem sua presença
Sou um presidiário cumprindo sentença
Sou um velho diário perdido da areia
Esperando que você me leia
Sou pista vazia esperando aviões

Sou o lamento no canto da sereia
Esperando o naufrágio das embarcações

postado por: Mari 1:37 PM


Toda menina (e quando digo menina quero dizer mulher bem nova, mesmo) sonha em ter um dia um admirador secreto.

Agora que a Nani tem um, todas (todas mesmo) as moças da redação estão alvoroçadas.
E a Nani não sabe como reagir.
(bom, acho que eu também não saberia)

postado por: Mari 1:17 PM


Quem é idiota a tal ponto?

Na melhor sessão de terapia de todos os tempos (vide post Elaboração, pouco abaixo), a Fabiana falava um pouco sobre a minha superexigência comigo mesma, sobre como eu me cobro padrões de perfeição absolutamente inatingíveis por qualquer ser humano comum - não tudo ao mesmo tempo, pelo menos.

Aí ela disse que eu parecia um pouco a nova propaganda da Brastemp, aquela em que a Daniella Cicarelli dá bola pra um cara num boteco e o amigo diz que ela não é uma Brastemp. "É como se a Daniella Cicarelli fosse boa, mas só por um momento, até aparecer um padrão melhor, a Brastemp. Daí você logo dispensa o que antes era ótimo e quer o melhor".

Cheguei em casa e vi a outra propaganda dessa campanha. A com o Fábio Assunção. AQuela em que a menina, diante da Brastemp, vira pro Fábio e diz "desgruda".
Fui obrigada a gargalhar sozinha: que espécie de pessoa idiota diz pro Fábio Assunção "desgruda"?
Eu, oras.

postado por: Mari 10:56 AM


Só uma coisa

Ontem fui ver DIários de Motocicleta. Com a , Nani, Juvs, Evelina e o bem dela. Acabamos no Fran's, básico com seu tradicional péssimo atendimento, onde falamos muito sobre o casamento de Evelina.

Mas, sobre o filme, que eu adorei, quero comentar só uma coisa: o que é aquele Gael?

postado por: Mari 10:41 AM


Mais diálogos surreais

Eu: Você viu o Teenage?
Ele: Sim. Foi maravilhoso. Você ia adorar, é a sua cara
Eu: Ai, que dor no coração...
Ele: Seu coração dói demais

postado por: Mari 10:38 AM


Quarta-feira, Maio 12, 2004

Do tamanho desse andar

Hoje o Jornalistas&Cia disse que eu fui "revelada" pelo JT. Até parece que eu sou uma grande promessa do jornalismo. Me senti.

E recebi o convite do jantar dançante em comemoração ao lançamento do caderno. Com direito a acompanhante e tal. Chique.

E a pessoa que outro dia assinou um comentário lá embaixo como "um fã" me disse que fiquei linda de cachecol

Meu ego hoje está do tamanho dessa redação

postado por: Mari 6:27 PM


Elaboração
É assim que eles falam, Mancha?

Ontem foi simplesmente a melhor sessão de terapia de todos os tempos. Eu sei que eu já escrevi isso uma vez, mas aquela (eu não sei colocar link pra um post antigo, quem sabe um dia eu aprendo) foi a melhor até então. A de ontem superou.

E antes de mais nada eu quero aqui agradecer, e muito, à Biba por ter me ajudado a incluir a Fabiana na minha vida (Fabiana = minha terapeuta). Não fosse a Bi, talvez eu tivesse uma terapeuta chata. Ou feia. Ou velha. Ou gorda, ou brega, ou que não me ajudasse nada e tivesse me feito desistir de desatar os nós da minha cabeça (o ex-terapeuta do meu pai fez isso com ele, coitado do meu pai que não conheceu a Fabiana).

Aí é o seguinte: eu quero fazer uma superdeclaração de amor e dependência a ela (Fabiana). Depois de ontem eu percebi que chegou o momento em que a terapia é fundamental pra mim. Se tornou.
Isso foi num momento-relax (quem mais tem um momento relax no meio de uma sessão? Eu sei, é meio surreal) entre dois temas difíceis e derramadores de lágrimas. Semi-concluído um deles (algum assunto em terapia é exatamente concluído? Hum, acho que não) eu comecei a rir de mim mesma, percebendo quantas vezes eu tinha falado/ouvido a mesma coisa, mas só tinha entendido, caído a ficha, *elaborado* naquele exato segundo. Antes, era, assim, um tema. Depois, virou consciência. Comecei a rir muito de mim (estou aprendendo a fazer isso, não é bacana?) e disse, "puxa, agora estou feliz, tenho a sensação de que estou caminhando! Sabe, no começo eu não tinha...", algo meio confissão, sabe? E ela disse que, sim, sabe, no começo é difícil e ela não sabe como as pessoas continuam, não sabe como as pessoas não abandonam a terapia depois de um mês, dois meses praticamente sem evolução (essa é a realidade, é a dura realidade, por 2, 3 meses vc não caminha... acho...). Mas chega esse momento, esse que eu alcancei, em que tudo começa a fazer sentido e a terapia vira de fato uma coisa muito boa. Foi um momento fofo-quero-apertar-a-terapeuta. Mas, claro, não se aperta terapeutas, se aperta irmãos, primos, cachorros, amigos (alguns), bichos de pelúcia. Mas não terapeutas, eles são seres não-apertáveis, infelizmente.

Mas a Fabiana devia ser uma exceção, juro. Já falei que ela sorri igualzinho à Cameron Diaz? E que ela tem olheiras sutis exatamente como as minhas (aquelas que provavelmente só a gente vê, mas odeia mesmo assim)? E ela é a amiga solteira dos casais como eu. Ela é perfeita, vai. Ela é a terapeuta da minha vida (livre adaptação do termo "o homem da minha vida", sendo que a terapeuta é infinitamente mais fácil de lidar).

Ah, não divido. Já dividi ela com a Gaby, mas a moça foi prá Austrália. Agora, não divido mais. Tá?
(desculpa, mas é ela que tá me ensinando um pouquinho de egoísmo)

postado por: Mari 9:37 AM


Terça-feira, Maio 11, 2004

Drops

* Continuo tendo mais idéias de posts do que tempo para postá-los. Decidi que esses drops podem ser uma forma de pelo menos eu não perder as idéias

* São poucas as pessoas especiais no mundo. E é triste ver que uma delas pode estar indo embora da minha vida sem que eu possa fazer nada pra segurá-la aqui

* Eu odeio quando eu esqueço que o meu palm tem uma bateria que acaba e tem de ser recarregada. Acontece que quando eu lembro, carrego e ligo ele de novo, aparece aquela mensagem, "PalmPowered". Quer dizer, ele apagou tudo. Tudo tudo. Inclusive aquele superorçamento que eu estava montando pra conseguir ser controlada e fazer um piercing (Nani?) e ir pra Buenos Aires. E agora vou ter de começar tudo de novo

* Eu adoro cachecol - ah, vcs enjoaram de ler isso. Mas eu não tenho coragem de usar um dos, ãhn, 5 que tem lá em casa só porque ameaçou um vento mais frio. Ok, é lindo, é charmoso, os lá de casa são maravilhosos (a Cris que fe-ez), mas acho que não compensa transpirar horrores pra ficar bonitinha.

* Acabou de tocar o telefone. Coincidência interessante.

* Eu quero que consertem o computador lá de casa, porque tô com vontade de ouvir mil músicas que eu só tenho lá. Ah, e eu também preciso aprender a gravar essas músicas, néam?

* Será que um dia eu aprendo a usar aquele tal de Orkut?

* Tem dias em que eu realmente me sinto descabelada. Tipo hoje

postado por: Mari 10:33 AM


Segunda-feira, Maio 10, 2004

Mission: Impossible
Ao fundo, ouça aquela música do filme. Pode ser aquela versão bacana do Limp Biskit (assim que escreve?), acho que do MI-2

Recebi uma missão dessas na outra semana.
Votar nos dez caras mais bonitos da redação.
É o tradicional concurso "Os dez mais 2004"
Quer dizer, o tradicional é "As dez mais", mas esse ano parece que a mulherada se organizou e decidiu fazer uma votação organizada também.
Ok, o primeiro lugar da minha lista é indiscutível. O segundo também é facinho de votar. O terceiro e o quarto, tive dificuldade de saber quem botva em que posição. mas ok, achei-os numa boa. Mas... e depois?
Faltam seis. Com muito custo, botei cinco quase convincentes na minha lista.
Mas, na boa, dez eu não acho.

postado por: Mari 6:01 PM


Saldo do findi

Tomei suco de tomate pela primeira vez

E assisti a um especial do Pet Shop Boys

postado por: Mari 2:59 PM


Quinta-feira, Maio 06, 2004

No fim...

deu tudo certo no superevento
Eu pensei em coisas pra escrever, mas agora tô meio ocupada. Então vou escrever depois.
Agora preciso terminar o caderno sobre o superevento. Eita operação portugal...

postado por: Mari 1:17 PM


Quarta-feira, Maio 05, 2004

Só pra registrar

Eu odeio meia calça
Eu odeio saias que a gente precisa passar quando vai usar e mesmo assim amassam depois de dois passos
Eu odeio eventois superimportantes para a empresa que mudam meu horário e me fazem mudar o modo de vestir

postado por: Mari 2:20 PM


Terça-feira, Maio 04, 2004

Busy

Eu bem queria escrever
Mas tô atolada

Então só vou registrar: o dia hj teve coisas bem ok

postado por: Mari 3:12 PM


Segunda-feira, Maio 03, 2004

A partir de um diálogo da terapia

Eu: Na verdade eu já me acostumei a ser a amiga solteira dos casais.
Ela, rindo: Sei como é. Acontece exatamente o mesmo comigo.

É gozado como a gente gosta mais da terapia se a gente se identifica com a terapeuta, né? Sempre notei isso nos comentários da Raq, e tenho achado exatamente a mesma coisa - isso sem falar na coincidência surreal das nossas terapeutas serem amigas.

E, bem, me senti super mais normal por saber que não sou só eu a solteira a quem os casais acolhem. Pelo menos eu não sou uma aberração. E estou escrevendo esse post partindo do diálogo, mas pra falar da situação em si. Andei notando recentemente que, no meu tempo livre, vira e mexe lá estou eu, cercada por casais. E me divertindo à beça. No começo eu pensava que podia atrapalhar. Mas, puxa, se eles estão sempre me convidando, não devo atrapalhar, né?

Agora já brinco com namorado de amiga (domingo eu e o namorado da Ju armamos uma ótema). Já tô aprendendo a lidar com briga. E nem ligo da história de segurar vela. Escapo pro toilette e boa. É uma questão de levar vida com bom humor.

Falando em bom humor, o mais engraçado é ver que eles, os casais, não se conformam que eu sou single. Incomoda mais a eles do que a mim. Tanto que eles, os namorados, estão sempre discutindo com as namoradas quem dentre os seus amigos poderia ser um bom candidato a namorado pra mim. Levantam o currículo e tal, e me apresentam. Ah, sim, reclamam se não dá certo (ok, isso só aconteceu uma vez, mas eu nem tive culpa, só não deu tempo de tentar desenvolver nada. E faz tempo, mas mesmo assim a Ju me joga isso na cara até hoje, seis meses depois). Mas não desistem.

Tem dois por vir. Um tal de Mosca, e um modelo da propaganda do Ford Ecosport. Ah, sim, e quem sabe o irmão da Caroletas, conforme sugerido num comment abaixo.
Eu? Espero, ué. Vai saber.

Só sei que me divirto.

Complemento às 14h30
E ai de quem disser que tem pena de mim por eu ser sozinha, ou disser que eu ando precisando de companhia (ouviu, Thiago?). Essa pessoa estará colocando em risco a integridade dos seus dentes.

postado por: Mari 11:18 AM




Ontem fui até o tráfego pra seguir pra uma pauta fofa (se vc tiver o jornal à mão, leia, please!). Enquanto esperava minha requisição sair na impressora, seu Edson me perguntou há quanto tempo estou aqui. "Um mês".

E comentou: "Você está indo muito bem. Suas matérias são ótimas. Você é ótima profissional, viu?"

É. O seu Edson acompanha minhas matérias. Lê e guarda que fui eu que fiz. Isso não é bom?

postado por: Mari 11:07 AM


Domingo, Maio 02, 2004

Minhas amigas quebram as minhas pernas

Ela: desde aquela passeata rola um affair entre vocês, né?
Eu: affair????
Ela: eu sempre pensei...

postado por: Mari 1:05 PM


Sábado, Maio 01, 2004

Sui generis
(eu tinha esquecido esse termo, até um dia que a Raq me chamou disso)

É a minha mãe.
Quando ela era nova, ela se apaixonou pelo Francisco Cuoco. O galã das novelas - na época dela, claro. E ela deve achar isso um pouco natural.
Sim, porque outro dia, vendo a novela das 8, ela me perguntou se eu não achava que o Bruno Gagliasso estava bom pra mim (comentário interno: alguém vê algum motivo pra eu não achar uma boa idéia?).
E depois ela me perguntou se o Cláudio Lins é solteiro. Eu disse que não e ela lamentou. "Era o genro que eu queria", disse.
Mamy, eu queria esse marido também, mas, poxa, destruir lares nem é comigo.

postado por: Mari 3:01 PM


Só o plantão

Tem coisas que só o plantão pode fazer acontecer.
Hoje, numa daquelas pautas comportamento-economia que viraram rotina pra mim, fui parar no Shopping Center Norte. E vi um daqueles quiosques de café-lanchonete por lá. O nome?

Peg Mais.

postado por: Mari 2:46 PM




Eu visito

Divagacoes Visuais

Mulherzinha

Desgraceira

Singer in the reign

Moda pra ler

Du!!

Admirável Surto Novo

desmemória

Niente

Provisório-Permanente

Obnubiladas

Borderline

Boteco Pop

Podia ser mentira
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