Normal enough to know that you're weird...
But too damn weird to do anything about it!
Quinta-feira, Julho 29, 2004
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A little happiness
A vida é um processo engraçado. E bom, na maioria das vezes. Ou, pelo menos, bom no final de tudo.
Há pouco cheguei em casa. Estava no Fran's, tomando um café com a Cris. Por um instante temi que passássemos horas falando de assuntos não muito agradáveis. Tipo o prédio amarelo. Claro que falamos do prédio amarelo, afinal nos conhecemos lá. Mas, por incrível que pareça, falamos de coisas boas de lá. Me lembrei dos chocolates consoladores, aqueles que surgiam, numa mesa ou na outra, dependendo do humor. Sempre num momento de necessidade aparecia lá um diamante negro. Ou um suflair era dividido entre as três mesas vizinhas - eu, ela e a Paulinha. Lembramos da discussão "a culpa é das novelas". Falamos de muito, muito mais coisas. Boas.
Lembrei que o mês que a Cris trabalhou do meu lado foi o melhor mês que eu passei naquele lugar. Mesmo na véspera de Natal. Mesmo no pior dia que eu passei lá (ok, a Cris não trabalhava do meu lado, mas apareceu do meu lado). Mesmo no pior dia dela (pelo menos o pior dia que eu presenciei). Os dias com a Cris foram melhores.
postado por: Mari 10:00 PM
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Quarta-feira, Julho 28, 2004
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Orkut versus vida
Eu: Acho que qualquer hora vou fazer uma seleção dos meus amigos no orkut. Tem muita gente lá, e tem uns que são muito nada a ver. Não faço questão de ter 550 amigos pra achar que eu sou pop.
Cris: Bem que podia ser fácil apagar amigos da vida como é fácil apagar do orkut...
Verdade. De certa forma é mais fácil na vida. Você deixa de ver, falar, confiar. E pronto. Não precisa ir no amigo, nas cracterísticas, etc e tal. Não precisa formalizar.
Mas a formalização do orkut tem seu lado positivo: você tira a a estrelinha, a cara, o contato e a pessoa de sua vida orkuteística.
O que não acontece de forma tão simplificada na vida.
postado por: Mari 1:23 PM
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Terça-feira, Julho 27, 2004
Segunda-feira, Julho 26, 2004
Domingo, Julho 25, 2004
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Um dia eu consigo
Na boa?
Vou parar de fazer coisas que eu sei que eu não vou gostar.
Uma delas é ouvir Your love is the place where i come from, outra é ouvir Clocks.
Nada contra as músicas.
São lindas.
Até demais.
(mas esse foi um exemplo das coisas que eu faço e não devia fazer)
postado por: Mari 8:05 PM
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Geladeira
Como disse a Rose, quem deixou a geladeira aberta? Tá frio na vida. Meus pés estão congelando demais. E o pior é que acabo comendo demais - não vou emagrecer nunca, pelo visto.
De qualquer forma, o desânimo é total. Pensei em ir ao cinema. Mas nesse exato momento o Brasil está jogando com a Argentina pela final da Copa América - talvez eu seja o único ser vivo no Brasil (no Cone Sul, quem sabe) que prefere ignorar o fato. Sem companhia e nesse frio, são nulas as chances de eu me mover até uma sala de cinema, apesar de que tem vários filmes que eu quero ver. Alguns infantis, como Cinegibi, por exemplo.
Mas tá frio. E tudo o que eu quero é ficar em casa, ouvindo uma musiquinha (tá passando um especial do Clube da Esquina na rádio exatamente agora, nada mal), com bastante roupa, um cobertor. Tomando chocolate quente, chá e afins. Me esquentando de todas as formas que eu encontrar. De preferência ignorando que amanhã tem trabalho e, sobretudo, que no findi que vem tem plantão.
postado por: Mari 4:25 PM
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Sexta-feira, Julho 23, 2004
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Vai entender esse mundo
O mundo é um lugar estranho ("dã, jura?"). E acontecem coisas estranhas nele.
Coisas estranhas legais e coisas estranhas não tão legais.
As legais não são exatamente estranhas. Inesperadas talvez seja melhor. Tipo o tanto de pessoas do fundo do baú que estão me encontrando - ou eu estou encontrando - pelo iogurt. Teve a Renata, o Perre, o Pedro, turminha do colegial. Teve o André, o Dudu, o Théo, o Léo, até a Miruna, turminha primário. E agora tem a Thaís, o Heidi, até o Odair, turminha ginásio. Surpresinhas.
Mas enquando minha vida ganha - ou recebe de volta - pessoas bacanas, outras somem sem mais nem porque (adoro esse termo, que tem em alguma música que eu gosto e me fugiu qual é, e sempre quis escrever, viva pra mim!). Tipo, conversam no ICQ, de repente não respondem e ficam offline. Ou deixm de responder e-mails, sendo que trocavam e-mails constantes. Ou somem-somem mesmo. Sem e-mail, icq, scrapbook ou telefonema de tchau. Aliás, "tchau, até algum dia, passar bem" é coisa rara.
Enfim. Sei lá se as perdas são tão relevantes. Tenho as reconquistas, afinal.
postado por: Mari 8:40 PM
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Quinta-feira, Julho 22, 2004
Quarta-feira, Julho 21, 2004
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Resumo da sessão
Minha terapia ontem foi mais ou menos assim (partes contáveis, claro):
Eu: Na hora, não gostei. E depois parei pra pensar do que eu não tinha gostado.
Ela: Parabéns, é assim mesmo, você tem de parar pra descobrir o que isso quer dizer mesmo. E o que você pensou?
Eu: Ah, não gostei disso, daquilo, daquilo outro...
Ela: Eu enxergo as coisas de um jeito diferente. Acho que é assim, assim, assim... [e toma balde de água fria]
Silêncio
Ela: Então, o que você tá pensando agora, depois do que eu falei?
Eu: Tô me sentindo desarmada...
Ela: Muito bem. É assim que você tem de ficar, desarmada...
É, minhas estrelinhas conquistadas no começo da sessão acabaram recolhidas ao longo dos 50 minutos.
Duro é pensar que, tempo vai, tempo vem, e a raiz do problema, qualquer que ele seja, é um só: a minha ridícula auto-estima - e vejam bem, ela subiu. Para o primeiro subsolo. Mas subiu.
postado por: Mari 12:30 PM
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Terça-feira, Julho 20, 2004
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Surpresas
A vida nos prega peças.
E que peças.
Umas de tirar o rumo. De deixar com taquicardia por um tempão, até acreditar que é verdade. Fazem sumir a voz, a capacidade de falar. A capacidade de pensar no que falar, em como reagir.
Peças.
Gozado é que em pouco tempo a vida tem me pregado peças parecidas.
Talvez as outras tenham sido uma espécie de treino pra eu saber como reagir dessa vez.
postado por: Mari 12:55 PM
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Segunda-feira, Julho 19, 2004
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Do poder das mulheres
sinto que estou me tornando feminista, socorro!
Sábado fui ver a sensacional Ópera do Malandro.
Qualidades artísticas, dramáticas, musicais à parte, a peça me mostrou uma lição feminista.
A peça gira em torno da malandragem da Lapa, no Rio de Janeiro. O malandro principal, Max Overseas, se casa com a Terezinha. O pai da moça não gosta nada disso, e a peça de maneira geral descreve a rivalidade dos dois malandros - o novo e o velho. No fim das contas, por causa dos enroscos em que o Max se mete, a Terezinha fica cuidando dos negócios.
Na hora de anunciar o happy end, surpresa: Terezinha legalizou todos os negócios do Max. Assim ele não vai mais fugir da polícia, não vai mais ter de se esconder, etc, etc, etc. E repete-se quase à exaustão: "me sinto tão feliz". Graças a quem?
Sim, senhores, adivinharam. A ela, Terezinha de Jesus. A mulher que botou ordem na casa. Que deu jeito em tudo. Mulher de malandro, sim. Que botou o malandro na linha. Falando alto, falando grosso, sim senhor. Autoridade de mulher. E no fim, a mulher do malandro salvou a pátria, que é o que importa, afinal.
É o que dizem: por trás de todo grande homem existe sempre uma grande mulher, aquela que bota tudo pra funcionar direito. Quem leva a fama é ele, mas quem fez foi ela.
postado por: Mari 10:30 PM
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Sábado, Julho 17, 2004
Sexta-feira, Julho 16, 2004
Quinta-feira, Julho 15, 2004
Terça-feira, Julho 13, 2004
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Picadeiro até nas HQs
Ontem eu e a Rose fomos ver Homem Aranha. E descobrimos que até os super-heróis são palhaços. No que se refere a mulheres, quero dizer.
É assim: o Peter Parker não pode ter nada com a Mary Jane porque ele é herói, e os inimigos dele vão pegar ela pra se vingar.
Quando ela arruma outro noivo, ele surta de ser Homem Aranha, procura ela e diz que eles têm de ficar juntos, "terminar o que começaram", etc, etc. Ela diz que não, que vai casar, pega o taxi e vai embora.
Tempos depois ela procura ele e diz que, sim, quer ficar com ele. Mas ele resolveu voltar a ser Aranha e diz que "estava confuso" e não gosta dela na verdade.
Nariz vermelho, chapéu, picadeiro completo. Até o herói.
postado por: Mari 1:34 PM
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Segunda-feira, Julho 12, 2004
Domingo, Julho 11, 2004
Sexta-feira, Julho 09, 2004
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Ecochata. E daí?
Antes, quando eu ficava amiga de alguém, avisava de cara: "Tem uma coisa importante a meu respeito que preciso contar, sou fã do Cazuza". Hoje decidi que vou passar a acrescentar na minha apresentação a seguinte frase: "e sou ecologicamente correta". Sou mais ou menos o que se chama popularmente de ecochata. Sim, aquela que defende o meio ambiente como filosofia de vida.
Eu uso um copo plástico por dia. E coloco no coletor. Eu brigo com quem bate bituca de cigarro (ou outras coisas inadequadas, como papel de adoçante, por exemplo) no coletor de copos plásticos. Eu uso o verso das folhas que eu imprimo. E depois, eu coloco no coletor de papel para reciclagens. Eu levo pilhas e baterias para o lixo apropriado. Eu separo o lixo reciclável na minha casa, e eu obrigo o resto da família a fazer o mesmo. Eu levo esse lixo pro contêiner da Prefeitura, na esquina da minha casa. Eu considero a água que sai da centrífuga de roupas água de reuso, e portanto coloco na descarga. Eu apago lâmpadas que ficam acesas sem necessidade. Eu fiz uma matéria incentivando a coleta seletiva em condomínios - matéria que eu sugeri e fiz nos intervalos de vida que encontrei, por uma questão de acreditar na causa, mesmo. Eu adorei o projeto de ecoeficiência do Grande Hotel Senac São Pedro.
Eu acredito num mundo menos poluído.
Mas, fiquem tranquilos, eu não obrigo ninguém a acreditar.
postado por: Mari 1:43 PM
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Quinta-feira, Julho 08, 2004
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Bad hair day
Hoje eu perdi a hora.
E depois perdi o ônibus, logo que chegava ao ponto.
E com isso perdi o bom humor.
E o mau-humor me fex perder a vontade de ler no caminho. E eu perdi a leitura de uma música no 31 songs.
E quando cheguei no jornal, perdi tempo, porque o sistema estava fora do ar a manhã toda.
O que mais me falta perder hoje?
Só de pensar me dá arrepio.
postado por: Mari 1:18 PM
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Quarta-feira, Julho 07, 2004
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Who do you know?
Confesso que eu estava me enchendo dessa brincadeira de Orkut. Já tinha visto gente, conquistado fãs, descoberto comunidades legais e me enchido delas, lotado a minha lista de amigos mais do que eu estava a fim de administrar. Já não queria mais, estava pensando em eliminar pessoas da minha lista, não entrar, sair, pedir arrego, apesar de que o povo como um todo ainda tá bem empolgado. Tem gente descobrindo a brincadeira agora, enquanto eu já estavaachando chatice.
Aí alguma coisa mudou.
Começou quando eu achei o Perre. E achei o Diniz. E a Renata me achou, e eu achei o Alê. E a Rê me contou que o Charlie Brown tem um bar. E eles ainda têm notícias do Pedrinho, do Bozo. E a Rê achou fotos. E o Perre lembrou da bomba no banheiro no terceiro colegial, durante uma prova de geometria.
E o colégio vive de novo.
Viva o Orkut!
postado por: Mari 10:12 AM
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Terça-feira, Julho 06, 2004
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In love
É coisa da minha mãe ficar achando marido pra mim.
Teve o Claudio Lins, o Bruno Gagliasso (Caroletas, vc me deve me apresentar o seu irmão, né?). Ah, sim, porque minha mãe não sonha baixo.
O candidato do momento é Daniel de Oliveira. Sim, ele tá zicado, tuberculoso (tísico, hehehe) na tevê, aidético no cinema. Mas ele é sósia do Cazuza, e canta. E digamos que tá na minha faixa etária, né?
Minha mãe disse que vai escrever uma carta pra ele. O genro que mamãe sonhou.
É mole?
postado por: Mari 1:08 PM
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Segunda-feira, Julho 05, 2004
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Meninas não vão para a Terra do Nunca
Eu tive um findi meio criança. Vi Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, e vi também Peter Pan.
E é, naturalmente, do segundo que tiro o título desse post.
É um filme pra crianças, mas é um filme para adultos. Uma história para adultos, sobre amadurecer.
É difícil amadurecer. Mas é curioso como os meninos ressitem mais.
Peter explica pra Wendy que não há meninas na Terra do Nunca porque elas são espertas demais. Eu diria realistas demais. Elas sabem (nós sabemos) que é preciso crescer, que o tempo não pára (já dizia Cazuza), e é preciso acompanhá-lo.
Eles, não. Querem continuar vivendo como meninos para sempre. Peter prova isso perfeitamente, quando diz a Wendy que o que há entre eles é faz-de-conta. "A gente está se divertindo, não? É isso o que importa". Ela concorda, nitidamente decepcionada. Porque, afinal, não adianta discordar, protestar, espernear. Cresce quem quer crescer.
postado por: Mari 1:24 PM
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Mais pobre
Ontem eu fiquei mais pobre. Mas por uma boa razão. Numa passadinha pecaminosa pela Fnac (hello, Juvs), não resisti e comprei 31 Songs, do Nick Hornby.
E tô amando.
Sou pobre, mas sou feliz.
Ah, custou R$ 90,40.
postado por: Mari 1:06 PM
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Feelings
Sexta à noite: nó na garganta
Domingo à noite: luz
Gozado como as mensagens eletrônicas podem ter poder
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Consegui cortar o cabelo no sábado.
Mudanças práticas do fim de semana...
postado por: Mari 10:50 AM
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Sexta-feira, Julho 02, 2004
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Pequenas soluções
Seu dia está uma merda?
Uma matéria monstro caiu no seu colo e você não sabe como vai resolver?
Você tem de brigar com a foto, com a arte e ainda fazer hora extra pra resolver um problemão numa semana que estava indo bem?
Ok, passe por tudo isso, já que é inevitável. Mas depois, fale com a Rose, dê um telefonema para a Andressa. O resto da noite é garantido. Chope, caipirinha e comidinhas de boteco regadas a papos insanos salvam qualquer dia ruim (más coincidências à parte). Ah, sim, não pense na dor de cabeça do dia seguinte (mais conhecido como hoje). Você ia ter dor de cabeça pra resolver a matéria, por que não acrescentar um pouco mais de dor de cabeça, pela noite de ontem?
***
Rose, quem diria que depois de tanto tempo sem nos bicarmos (falando mal uma da outra pelas costas, talvez?) um dia seríamos tão boas companheiras?
A vida tem dessas surpresas sensacionais. Tem essa de colocar pessoas maravilhosas no nosso caminho, mesmo que por meios um tanto quanto tortuosos. O importante é que elas (no caso, você mesma) chegam.
Como você disse ontem, amigo tá aí pra dar a mão numa má hora. E se tem uma coisa que vc tem feito é me dar a mão. Espero poder retribuir como você merece, e quando você precisa.
postado por: Mari 10:47 AM
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Quinta-feira, Julho 01, 2004
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Vem, vamos embora
que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
não espera acontecer
Eu não sou lá muito paciente - e isso não é novidade pra quem me conhece.
E também não gosto muito do acaso, já escrevi isso. Quer dizer, não é bem que eu não gosto. É que, primeiro, ele não tem sido lá muito favorável a mim, e, segundo, porque ele tem um tempo todo próprio que anda sendo meio lento demais pra mim.
Pra mim, o acaso tem de ser usado como um aliado, e não como um método de ação. A ação tem de existir - detesto pensamentos do tipo "quando a lua se alinhar a saturno, se o dia não estiver nublado e a minha prima não estiver de TPM, caso haja camisetas brancas limpas e passadas no meu armário, então algo pode acontecer". Bom, se todos esses fatores se juntarem, ótimo. Antes disso (que pode levar mais ou menos dois milhões de anos) já foram acionados amigos, enviados e-mails, feitos telefonemas, enfim, o que a situação exigir.
Quem fica parado é poste. Eu sou um milk-shake de ovomaltine.
postado por: Mari 10:20 AM
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