Divagações Espontâneas

Normal enough to know that you're weird... But too damn weird to do anything about it!



Quinta-feira, Setembro 30, 2004

Não-clássico

Tô super feliz.
Descobri que tomei um pé na bunda original.

postado por: Mari 3:19 PM


Quarta-feira, Setembro 29, 2004

Aprendendo

Nada do que foi será
de novo do jeito que já foi um dia
tudo passa, tudo sempre passará

postado por: Mari 7:33 PM


Terça-feira, Setembro 28, 2004

Farpas eleitorais.
É por causa delas que eu odeio cobrir políticos

E porque não é a minha área, claro.

postado por: Mari 7:39 PM


Música

Na semana que eu fiquei com o CD do Meia Hora Depois eu estava meio atribulada, nem citei nada aqui. Mas ouvi compulsivamente, porque o CD é muitobom. O vocalista e guitarrista é o irmão do Dudu, por isso esse CD veio parar nas minhas mãos antes que o grande público tenha acesso, hohoho (a propósito, está à venda no Submarino).
Enfim, tô escrevendo isso pra dizer pra vcs lerem isso aqui. Pra me acreditarem, hehehe

postado por: Mari 12:23 PM


Coisas pra guardar

Ontem à noite eu tive um ataque deprê. Um ataque de pensamentos chatos, acho. Mas aí o Dudu me disse uma frase que me fez pensar nesse post: a vida é potencialmente boa.
Claro que a vida é boa. A gente tem de aprender a olhar prás coisas boas mais que prás ruins. E eu comecei a pensar em coisas que nunca nunca quero esquecer na vida. Momentos...

* A Ju pulando no meu pescoço de tão feliz no Natal, quando abriu o presente que eu dei pra ela
* O Leandro entrando no Sem Eira Nem Beira, lá pelas 2 da manhã, cumprindo a promessa de aparecer no meu aniversário
* O André aparecendo na Funhouse, pra outro aniversário, apesar de eu ser meio amiga-monstro
* "Sou feliz, por isso estou aqui"
* Fechar o Posto 6 numa quarta, com o Otávio, o Ulisses e o Gustavo
* O sapato que eu namorei por meses saindo de uma caixa no dia dos namorados
* Sítio do Carroção, nenhum momento específico
* Ver Castelo Rá-TimBum com as minhas priminhas, quando elas eram realmente pequenas
* O Luigi aprendendo a andar em volta de uma mesa redonda, aos 10 meses (nem pergunte quantos anos ele tem hoje)
* Maceió no meu aniversário de 18 anos
* Parar no meio da estrada em Ubatuba pra tirar foto com a Nani,a Pá e a Juvs
* Cambaio
* Xingar a Rose lá do alto da Torre Eifel do Hopi Hari
* "Parabéns, você vai participar de um número um!" - o abraço que eu recebi da Raq quando contei que ia trabalhar no projeto do Seu Dinheiro
* Chocolates no meio do pescoção, os da Cris, os da Lu

Ó, tem vários.
A vida é um lugar bom de viver...

postado por: Mari 12:07 PM


Segunda-feira, Setembro 27, 2004

Vila o que?

Madalena, a despojada
Olímpia, a afrescalhada

Certeza?
Ontem o happy hour tinha tudo pra ser delícia, mas tivemos a idéia não muito feliz de aportar no Posto 6 - idéia da qual logo tivemos de abrir mão, pela lotação. Mudamos de calçada e descolamos uma mesa no primo-irmão José Menino. Mas a lotação persistiu. A superpopulação de maurícios e patrícias também. O atendimento ficou cada vez pior.
Ok, tinha um moço espetáculo na minha frente me tirando o fôlego. Mas ele estava com uma magrela odiosa.

A Madalena estava muito muito parecida com a Olímpia

Enfim, talvez o próximo hh mude de vila: prá Mariana. Tudo por um pouco de paz numa tarde ensolarada de domingo.

postado por: Mari 10:21 AM


Sexta-feira, Setembro 24, 2004

Ó, tô cansada.
Se tudo dercerto
amanhã eu e Pá vamos sentir cheiro de mar

E pretendo voltar renovada para os meus leitores - serão muitos? Serão poucos? Por que nunca tive curiosidade de saber isso? Por que agora tenho?

postado por: Mari 11:00 AM


Vício

Antes eu tomava café porque achava gostoso.
Agora eu tomo café porque preciso. Acho que estou viciando em cafeína...

postado por: Mari 10:59 AM


Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue

postado por: Mari 10:56 AM


Quarta-feira, Setembro 22, 2004

(Me) Tocou

Ontem comprei o CD O tempo não pára (o CD mesmo, não a trilha do filme). Estava em promoção no Carrefour, só R$ 11,80. Ouvi hoje e fiquei pensando em alguns dos meus trechos favoritos.

Eu quero a sorte de um amor tranquilo
com sabor de fruta mordida

***

Pra que mentir, fingir que perdoou
tentar ficar amigos sem rancor?

***

Se você achar que estou derrotado
saiba que ainda estão rolando os dados

***

O nosso amor a gente inventa
pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
que ele nunca existiu


Adoro todos. Todos dizem alguma coisa sobre mim

postado por: Mari 12:30 PM


Terça-feira, Setembro 21, 2004

Question

Tive um surto amiga com a minha terapeuta hj.
Isso é bom ou ruim?

postado por: Mari 9:56 PM


A vida devia nos poupar de certas coisas
De vermos certas coisas, de ouvirmos certas coisas...

postado por: Mari 11:27 AM


Inverno

Algo que jamais se esclareceu
onde foi exatamente
que laeguei naquele dia mesmo
o leão que sempre cavalguei


O inverno no Leblon é quase glacial

postado por: Mari 11:09 AM


Balança calórica

Uma aula de spinning
45 minutos pedalando ininterruptamente. Se esse tempo na esteira a 6 por hora dá umas 300 calorias, a aula deve queimar umas 400 facinho, né?

*VERSUS*

Aniversário da Nani
Um chope (um, só um)
Alguns pedaçinhos de pizza de quatro queijos (o grande crime)
Duas Pepsi Twist light (nem contam, vá)

*RESULTADO*

Espero que a aula tenha servido pra algo mais além de compensar a comemoração...

***

Pelo menos...

Foi graças à aula que eu fui na comemoração. Depois de um fim de semana cretido, depois de acordar me sentindo um lixo ontem (nessas horas eu devia ouvir Down em mim, desde que eu ache o CD em que tenho essa música), eu até consegui me animar. Com umas bobagens minhas, coisas pequenas e, por fim, com uma boa dose de endorfina que a aula me deu. Até que é bom ser moça-fitness.

postado por: Mari 11:08 AM


Domingo, Setembro 19, 2004

Sincronicidade pouca é bobagem

Entrei no orkut, essas bobagens que a gente faz pra passar o tempo. Vi na comunidade do 02 neurônio esse texto

A mulher-lixo
por Nina Lemos

Há poucos dias eu dançava muito feliz de salto alto no show das garotas do Chicks on Speed. Eu estava ótima, meus amigos eram ótimos e eu consegui dançar de salto (passo importante na minha busca pela peruagem extrema).

Nem parece que eu sou aquela garota. O esmalte saiu da mão. Meus modelos estão péssimos, porque acordo de manhã atordoada e não sei que roupa usar. E, claro, os meus pés doem porque eu dancei muito de salto. Resumindo: eu virei um lixo.
Quem olha para a minha cara deve perceber que eu não passo de uma lata de lixo tentando se disfarçar de mulher bem resolvida com problemas. Mas no fundo eles devem perceber. Não é um bad hair day. É um bad life day. Que já dura mais que um dia. Super menstruada no calor abafado e poluído de São Paulo. Mulheres-lixo, caso você não saiba, geralmente estão menstruadas. Sim, é quando mais a gente se sente escória. E se você é um homem e acha isso nojento, pode parar de ler agora mesmo.

Mas não se assustem porque vai passar. Daqui há pouquinho volto a me sentir normal de novo. Por enquanto, sou a lata de lixo onde o mundo despeja coisas. Mas sou conformada. E nem me faço de vítima. Sim, porque o pior é que eu ando tão analisada que não estou mais conseguindo me fazer de vítima, o que é um problema, vocês hão de convir.

Ontem liguei para um pretê e fiquei chocada porque ele não percebeu que eu tinha virado um lixo. Ele me tratou com uma normalidade impressionante!!! Como assim nem percebeu que eu era um lixo?

A mulher lixo vai tentar tomar um banho e vestir uma roupa que preste. Porque algo, lá no íntimo, diz que a fase lixo tá passando. Será que ela deveria ouvir Garbage?

***

Estou me sentindo bem assim: mulher lixo.
Cheguei em casa do plantão com vontade de chorar. Chorar por que? Não sei bem. Porque estou cansada, talvez. Porque não aguento mais plantões um pra um, porque não aguento mais me foder, entrar cedo e sair tarde. Porque me senti uma foca na pauta de hoje. Porque a chefe de reportagem disse "dorme até mais tarde amanhã", como se ela dizer isso fizesse diferença - amanhã ela não é minha chefe; era ontem e hoje, só.

Porque eu queria me enfiar dentro de uma bolha azul por uns dias.

postado por: Mari 8:43 PM


Quinta-feira, Setembro 16, 2004

Recebi do meu primo, achei demais

Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje!

Quando éramos pequenos, viajávamos de carro, sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bag!
Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... Nem data de validade...
E tinham também aquelas bolinhas de gude... Que vinham embaladas sem instrução de uso.
A gente bebia água da chuva, da torneira e nem conhecia água engarrafada!
Que horror! A gente andava de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção...
E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã.. A gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios até que déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore...
E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver os problemas SOZINHOS!
Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em perigo.
Não existiam os celulares! Incrível!
A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos!
Ninguém denunciava ninguém... Eram só "acidentes" de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado.
Você lembra destes incidentes? Janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho...
Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos e roxos...
E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes, chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir...
A gente comia muito doce, pão com muita manteiga...Mas ninguém era obeso... No máximo, um gordinho saudável... Nem se falava em colesterol...
A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante ou até uma cerveja escondida, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por
causa de vermes!
Não existia o Playstation, nem o Nintendo... Não tinha TV a cabo, nem videocassete, nem Computador, nem Internet...
Tínhamos, simplesmente, amigos!
A gente andava de bicicleta ou à pé. Íamos à casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos... Sozinhos,
num mundo frio e cruel...Sem nenhum controle! Como sobrevivemos?
Inventávamos jogos... Com pedras, feijões ou cartas...
Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animaizinhos, mesmo se nossos pais nos dissessem para não fazer isso!
Os nossos estômagos nunca se encheram de bichos estranhos! No máximo, tomamos algum tipo de xarope contra vermes e
outros monstros destruidores... Um tal de óleo de rícino!
Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros, e tiveram que refazer a segunda série.. Que horror!
Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano mesmo.
As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza...
Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mal da professora... Correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no campinho...
As nossas iniciativas eram "nossas", mas as conseqüências também! Ninguém se escondia atrás do outro.
Os nossos pais eram sempre do lado da Lei quando transgredíamos as regras!
Se nos comportávamos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e incrivelmente nenhum deles foi preso por isso!
Sabíamos que quando os pais diziam "NÃO", era "NÃO".
A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que íamos ao supermercado ou shopping...
Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa... Por incrível que pareça...
Nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos...

Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos "solucionadores" de problemas...
Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências...
Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade...
E não é que aprendemos a resolver tudo?...
Sozinhos...

e você é um destes sobreviventes...
PARABÉNS!!! VOCÊ CURTIU OS ANOS MAIS FELIZES DE SUA VIDA... E COM CERTEZA É UMA PESSOA ESTRUTURADA PARA O SUCESSO: EMOCIONAL, PROFISSIONAL E ESPIRITUAL.

postado por: Mari 1:47 PM


Quarta-feira, Setembro 15, 2004

Apertável

Diz se tem coisa mais meiga no mundo do que a minha terapeuta separar adesivos da Moranguinho pra mim...
Agora só me falta ganhar a boneca! Eu hei de ganhar!

postado por: Mari 10:29 AM


Terça-feira, Setembro 14, 2004

Excesso de noção do coletivo
ou Comunista, eu?

Hoje a terapia foi reveladora. Foi um marco. É que agora ela começa mais tarde.
Dã, não, claro. Mas a coincidência foi engraçada.

Teve uma master recordação dos anos na EV - dizem que as raízes de tudo estão sempre lá atrás, né? Então. Voltei. E começou a cair uma ficha. Não é exatamente - ou tanto - que eu tenho baixa auto-estima. Eu simplesmente valorizo mais o outro, o coletivo, o que tá em volta do que o que tá aqui dentro - volta a história da Moranguinho. Claro que a conseqüência é que eu me desvalorizo. Mas a raiz tá em outro lugar, não exatamente onde eu estava tateando e, não por acaso, não encontrando nada.

O lance é que eu sempre boto o outro na minha frente. Porque eu aprendi, quando era pequena, que era legal ser assim, que muita gente era assim. Mas estatisticamente, no mundo de verdade, não é muita gente que se importa com os outros. E não é muita gente que se preocupa especificamente comigo. Hello-ow, a autora do Divagações Espontâneas é uma moça importante pra caralho, mundo aí fora!

postado por: Mari 10:11 PM


Autobiográfico para várias mulheres

Música linda do Milton que a Nani me mandou


Se você não me queria
Não devia me procurar
Não devia me iludir
Nem deixar eu me apaixonar
Evitar a dor
É impossível
Evitar esse amor
É muito mais
Você arruinou a minha vida
Me deixa em paz

postado por: Mari 1:56 PM


Cupido
Cláudio Lins, na voz de Maria Rita

Eu vi quando você me viu
Seus olhos pousaram nos meus
Num arrepio sutil
Eu vi... pois é, eu reparei
Você me tirou pra dançar
Sem nunca sair do lugar
Sem botar os pés no chão
Sem música pra acompanhar

Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu

Eu vi quando você me viu
Seus olhos buscaram nos meus
O mesmo pecado febril
Eu vi... pois é, eu reparei
Você me tirou todo o ar
Pra que eu pudesse respirar
Eu sei que ninguém percebeu
Foi só você e eu

Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu
Ficou só você eu eu

Quando você me viu...


***

Eu sou um bicho estranho
Eu morro de vontade de que me tirem o ar. Eu morro de saudade dessa sensação
Mas quando me tiram eu tenho medo de sufocar

postado por: Mari 11:32 AM


Segura a língua!

Menina, cuidado com o que vc diz. Tem gafes que não dá pra consertar depois.

postado por: Mari 10:09 AM


Sexta-feira, Setembro 10, 2004

Sem paciência

Tô meio sem saco de escrever.
Não estranhem se eu sumir

postado por: Mari 10:47 PM


Quinta-feira, Setembro 09, 2004

Semi-intensiva

Em janeiro, quando fiz a avaliação física pra começar a academia, achei que eu estava com o pé na cova. Na verdade eu estava na UTI.
Meu peso era ruim.
Minha flexibilidade era ruim.
Meu condicionamento físico era ruim.
Minha freqüência cardíaca era ruim.
Minhas medidas eram ruins.

Hoje eu fiz uma nova avaliação, no Sesc. Não mediu exatamente as mesmas coisas. Mas o resultado foi bacana.
Estou saudável.
Minha frequência cardíaca e meu condicionamento físico são regulares. Podem melhorar, mas são saudáveis.
Minha flexibilidade continua ruim, mas melhorou muito.
Meu peso está meio ruim. Pra eu atingir o peso saudável tenho de perder 6 kg. Então, sábado vou fazer uma avaliação nutricional.

Ah, gentem, eu comecei a me cuidar meio tarde, mas estou melhorando, né? Fiquei na Semi-intensiva, já! Logo vou poder ir pro quarto... e ter alta.... ueba!

postado por: Mari 10:37 AM


Quarta-feira, Setembro 08, 2004

Ecologicamente correta

Domingo fui ver a peça Sex Shop Café, de autoria do meu amigo Giba.
Num determinado momento, um personagem diz que tem fetiche por mulher que separa o lixo. O Giba já tinha me falado desse personagem, mas quando a fala chegou eu chorei de rir. O autor sentou do meu lado pra ver (e pra me forçar a rir, aparentemente), e era eu olhar pra ele e rir mais ainda.

Ainda não entendi se foi exatamente uma homenagem ele colocar essa fala no texto ou se foi uma coincidência cômica - caso alguém não se lembre, eu sou ecologicamente correta, eu separo o lixo, eu levo o lixo num PEV* perto de casa. Enfim, adorei. Acho que mais homens deveriam gostar de mulheres que separam o lixo. Não que eu esteja cooptando moços pra se interessarem por mim. Mas acho que as pessoas deveriam, realmente, se preocupar em separar o lixo e tornar o mundo um lugar mais limpo.

De qualquer forma, vejam Sex Shop Café. É uma comédia sobre sexo, terrorismo e amor.

Serviço:
Sex Shop Café
Uma comédia de Gilberto Amendola
Teatro Ruth Escobar - Sala Mirian Muniz
Rua dos Ingleses, 209
Sexta e sábado às 21h30, domingo às 20h30
R$ 20, estudantes pagam meia

* PEV: Posto de Entrega Voluntária. Bonito, né?

postado por: Mari 10:19 AM


Segunda-feira, Setembro 06, 2004

Amigos, 13 anos depois

Eu sou meio nerd. Essa foi só uma introdução pro que vou dizer. É mais ou menos comum, pra mim, aprofundar amizades com a ajuda da internet. Fico muito tempo do meu dia conectada. Então acabo trocando e-mails, mensagens de ICQ e de ID (as internas do jornal) com algumas pessoas ao longo do dia. E com isso vou conhecendo e me deixando conhecer. Foi assim com bastante gente, se eu fosse citar as pessoas aqui ia ficar doida.

E de uns tempos pra cá meu bom amigo de ICQ vem sendo o Dudu. Estudamos juntos até a 4ª série - faz um bom tempo - e perdemos contato. Com o Orkut, nos reencontramos. Virtualmente, só, até agora. Vínhamos conversando diariamente, mas em agosto ele foi pro Canadá, em férias. Ontem ele voltou, e hoje ele já apareceu no ICQ de novo - ele e seu "hey, little mary". Me disse que estava sentindo falta dos nossos papos. Como eu também estava - até rascunhei mentalmente um post sobre isso, há um tempinho, mas não cheguei a escrever. E é isso: somos amigos, 13 anos depois.

Aí hj ele me disse que estava "do avesso". Me contou algumas coisas dele. E disse que, embora a gente se conheça pouco (engraçado pensar assim) confia em mim, disse que sente que eu sou uma pessoa "de verdade". Sinto essa mesma confiança em relação a ele.

Acho que tem a ver com o fato de que nos dávamos bem na escola. Claro, nesse tempo tudo muita coisa mudou. Mas acho que muita coisa também ficou. Acho que, mesmo pela tela, reconhecemos um no outro alguma coisa das crianças que se conheceram, que conviveram diariamente por 4 anos - acho que fomos duplas de classe em algum momento. No fundo, ele ainda é o menino brincalhão e bem humorado que respondia aos exercícios de classe sempre começando com o termo "por exemplo". Pelo menos acho que é isso que eu ainda reconheço e me faz saber que ele é um amigo "de verdade", e que mesmo que a gente demore pra se encontrar no mundo real de novo vamos ter tudo pra ser bons amigos.

Nessa hora, agradeço ao Sr. Orkut por ter criado essa comunidade de internet, porque ela me trouxe coisas boas de volta.

postado por: Mari 8:00 PM


Boa sorte?

Ontem eu estava sentada na minha caminha passando um esmaltezinho nas unhas quando entrou um passarinho pela janela. Voou, voou, voou. Parou no armário, parou embaixo da minha cama, foi embora, meio assustado.

Dizem que dá boa sorte...

postado por: Mari 10:17 AM


Domingo, Setembro 05, 2004

Mais Diálogos surreais

Ele: Você é muito boazinha. Você tem de ser mais maldosa. Homem gosta de apanhar.
Eu: Gosta?
Ele: Claro. Meninas meigas invariavelmente são chatas.
Eu: Ah, obrigada por me chamar de chata.
Ele: Eu não te chamei de chata. Disse que meninas meigas ¿invariavelmente¿ são chatas. Você é exceção.

***
Mas o que eu posso fazer se sou uma pessoa boa de coração?

postado por: Mari 1:28 PM


Quinta-feira, Setembro 02, 2004

Que pena

Ele já não gosta mais de mim
Mas eu gosto dele mesmo assim
Que pena, que pena
Ela já não é mais a minha pequena
Que pena, que pena

Pois não é fácil recuperar
Um grande amor perdido
Pois ela era uma rosa
Ele era uma rosa
As outras eram manjericão
Os outros eram manjericão
Ela era uma rosa
Ele era uma rosa
Que mandava no meu coração
Coração, coração, coração

Mas eu não vou chorar
Eu vou é cantar
Pois a vida continua
Pois a vida continua
E eu não vou ficar sozinho no meio da rua
No meio da rua
Esperando que alguém me dê a mão
Me dê a mão
A mão


Estava pensando nessa música.
Porque parece que tem pessoas que não gostam mais de mim.
E, ouvindo a música, percebi que é o melhor jeito de lidar com esse tipo de situação: eu não vou chorr. Eu vou é cantar.

postado por: Mari 1:19 PM


Quarta-feira, Setembro 01, 2004

Pagu
ou a mãe do Kiko

Minha força não é bruta
Não sou freira, nem sou puta

postado por: Mari 9:49 PM


Zica

Dia péssimo. Muito mal humor.
Tudo dando errado.

Começou com um sonho ruim.
Bem que dizem que não é muito bom sinal sonhar com os falecidos.

postado por: Mari 12:56 PM




Eu visito

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