Normal enough to know that you're weird...
But too damn weird to do anything about it!
Quinta-feira, Junho 30, 2005
Terça-feira, Junho 28, 2005
Segunda-feira, Junho 27, 2005
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Watching TV...
Da Dra Susan para o Dr Carter, sobre ele e Abby:
Vocês já se enrolaram demais. É melhor você deixar pistas
Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência
***
Viciei nesse treco mesmo. Esse treco de ER
E estou chateadíssima que o Carter vai sair
Brokenhearted
postado por: Mari 11:33 PM
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Drops
Sou só eu, ou mais alguém às vezes tem vontade de botar uma bomba no prédio da Vivo?
***
Da entrevista do Carlos Nascimento, hoje, no JT:
É isso, o repórter é isso, está sempre defendendo o interesse do outro
Ele resumiu o que eu penso da profissão.
É duro. Não dá tempo de ir no médico, no dentista, no banco. A gente cuida tanto da vida dos outros que deixa a nossa pra lá.
Estão entendendo exatamente a raiz da minha insatisfação com a profissão?
***
O meu momento de terapia diz: tudo tudo tudo é, de alguma forma, culpa dos pais.
É o clichê psicológico mais velho e conhecido do mundo e andei descobrindo que de certa forma é verdade.
Mas ontem à noite eu me lembrei que tudo tudo tudo inclui as coisas boas, tipo eu e meu pai vendo um filme idiota na Fox, ele esquentando meus pés gelados e atendendo ao meu pedido manhoso de fazer um chá pra me esquentar, sob o pretexto simples e infantil de que "você é meu pai e tem de cuidar de mim"
***
Desejo incontrolável do rodízio de sopas da Bella Paulista.
Com vinho
postado por: Mari 10:59 AM
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Domingo, Junho 26, 2005
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Onde me aconselhar...
Ontem a minha sorte do Orkut dizia: faça o que o seu coração mandar
Eu devia ter feito isso
E não devia ter saído de casa à noite
O melhor seria ficar firme diante da TV me preparando prá pauta de hoje cedo...
***
Mari Palomino?
Impossível manter a linha ao fazer plantão em Cidades...
Amanhã tentarei voltar. Prometo
postado por: Mari 11:11 AM
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Sexta-feira, Junho 24, 2005
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Plagiando a Déia...
Eu queria escrever minhas matérias com a facilidade com que escrevo aqui.
Cinco pagininhas em branco esperando pelos meus textos, o dia todo pra preenchê-las, mas mesmo assim parece uma missão impossível
***
Update após uns 10 minutos
Me consola pensar que ontem a Flavi me passou Quase Amor e hoje eou vou poder ouvir bastante pra me inspirar enquanto venço as páginas e páginas em branco.
Óquei, vou ver o lado bom das coisas: a matéria é bem fashion. Fashion pobre, afinal meu trabalho é pobrinho. Mas fashion ainda assim
postado por: Mari 9:46 AM
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Quinta-feira, Junho 23, 2005
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Favo
Sabem aquela história de "furacão encarnado em mulher"?
Então. Tá rolando. Mesmo.
Parece que eu virei um favinho de mel.
"N" amigos têm amigos superlegais superinteressados em mim
Não é incomum ouvir frases do tipo "Soube que você fez o maior sucesso no outro dia", "Sábado tem feijoada no lugar X, se vc for ele vai gostar", "Até o fulano reparou que ele estava dando em cima de você", ou "Ele jura que vai tomar jeito por sua causa"
Emeio aqui, MSN ali, e eu no meio de tudo
Acontece que, para orgulho da Fabi (e meu também), eu sei, de todas as possibilidades apresentadas, qual eu quero escolher. Sei qual rumo quero tomar. Não é o mais fácil - claro, nunca o que a gente escolhe é o caminho mais fácil. É um caminho meio tortuoso, parece. Eu ando, ando, e às vezes parece que derrapo. Sigo, sigo, e às vezes parece que não estou avançando nada. Talvez esteja sem perceber. Talvez não esteja. Mas não vou me distrair nem escolher o caminho mais fácil, como a feijoada no sábado. Eu vou continuar querendo chegar no mesmo lugar. Pelo menos até descobrir que naquele lugar não tem nada, ou que é impossível chegar lá. Enquanto eu avistar possibilidade de chegar no fim eu vou seguir.
Apesar de ser um favo cheinho de mel.
***
É. A foto do Salve Jorge nem quer aparecer.
postado por: Mari 4:48 PM
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Quarta-feira, Junho 22, 2005
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Lots of fun
Então, 24 anos depois, eu comi caviar.
E, juro, é bom.
Tô ensaiando um post de agradecimento ao deus da gastronomia por todas as experiências quase sobrenaturais de comida que andei tendo nos últimos tempos, a qualquer hora ele sai. Mas devo agradecer pela experiência mística de ontem.
(registro: a Déia teve *medo* de experimentar o caviar)
E teve prosecco pra caramba, também. E uísque black label, pena que a gente não bebe isso. Mas ficamos com vontade só pela fartura
E músicas muuuuito velhas, dessas bem boas pra dançar
E no fim das contas, já um bocado alegres, nós estávamos dançando techno e fazendo planos pro futuro - sobretudo prás noites de jogos de futebol. Claro que nossos planos excluem totalmente os jogos, acho que era desnecessário citar esse detalhe
Os encontros, claro, foram os mais inusitados possíveis. Provam que o mundo é pequeno, e também que Deus tem senso de humor. Tipo, "ele era muito apaixonado por você" é o que eu *não* precisava ouvir ontem
Mas...
"chegou agora?"
"Não, faz tempo. Já comi caviar"
Isso sim valeu, hohoho... sou má? (a última vez que perguntei isso pra alguém a resposta foi pouco conclusiva. Ou talvezs muito delicada. Talvez eu seja má de verdade!)
Conclusão: passar por certas cenas divertidas não tem preço
postado por: Mari 12:01 PM
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Terça-feira, Junho 21, 2005
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(Mais uma) Crise pré-terapia
Não foi uma boa idéia ficar ontem vendo TV até a uma da manhã. Mesmo que eu seja facilmente hipnotizável por ER. Quer dizer, na verdade isso não tem nada a ver. Eu me rendi, mas não devia.
Tenho coisas em que pensar e fico pensando "picadinho" nos intervalos, mas pensar picadinho não funciona. Talvez pensar não funcione também, na verdade, mas é inevitável. Ou não, talvez dormir tivesse sido uma saída inteligente.
Mas foi difícil, mesmo depois que finalmente decidi desligar a TV e fui deitar o sono demorou a dominar a minha cabeça que pensava demais, girava demais, planejava demais. Imaginava demais.
A vantagem é que hoje tem terapia. Ultimamente eu criei a "mania" de pirar na véspera da terapia. E isso, claro, tem um lado bom. Aliás, é bom. Dá tempo de eu pirar bastante, falar tudo bem mastigado pela piração e daí poder olhar pra tudo com outros olhos - e a valiosa ajuda da Fabi, claro.
***
Ela é um furacão encarnado em mulher
So what?
De repente ficou meio difícil responder a isso
Depois do temporal eu olho ao redor
E veja o que sobrou de mim...
postado por: Mari 10:02 AM
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Segunda-feira, Junho 20, 2005
Sexta-feira, Junho 17, 2005
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O que eu seria se...
Exercício de abstração
Esses dias eu estava pensando no que teria acontecido comigo se eu pudesse mudar, de acordo com a experiência de hj, as minhas escolhas "vestibulísticas"
Imaginemos que em 1998 eu tivesse me inscrito para gastronomia, em vez de jornalismo - o que eu teria feito hoje. O vestibular do Senac era o da PUC, pelo menos na época
levando-se em conta a minha colocação, eu possivelmente teria sido aprovada. E bem aprovada, no curso.
Meus pais me pagaram a PUC, logo provavelmente teriam pago o Senac. Ainda mais que o curso é sequencial, tem dois anos
Eu teria me formado em 2000
Eu seria uma moça de mãos meio calejadas e viveria de cabelos presos dentro de uma cozinha quente
E talvez eu até inventasse coisas e tivesse chance de virar cheff
E talvez eu até poderia ter meu próprio restaurante, ou "bistrô", como diz a moda
Mas eu não conheceria várias pessoas lindas-fofas que eu conheço hoje...
postado por: Mari 3:59 PM
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Quinta-feira, Junho 16, 2005
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Nem pintado de ouro
Me inspirei na Déia que, por sua vez, se inspirou no 02 Neurônio. Por pura diversão, entrei na brincadeira pra dizer quais os dez homens que eu não quero. Nem que me paguem. Nem que venha enrolado em ouro.
1- Ronaldinho. Na boa, ele finge que gosta das pessoas. Só pode ser. Ele precisa das mulheres pra se auto-afirmar ou algo assim. Sem contar que o tanto de pensão que ele deve pagar não tá escrito.
2- Murilo Benício. É o típico bonitinho, mas ordinário.
3- Moços que parecem pefeitinhos demais. São o que eu chamo "bom moço de supermercado". Enlatados. Parecem ótimos, adequados, com um custo-benefício muito bom, mas quando você prova, percebe que não é original
4- Qualquer um que tenha namorado a Luana Piovani, porque ele adquire alta rodagem automaticamente
5- Daniel, Rick, Renner e etc. Cantores sertanejos que pagam de gatinhos são disgusting. Aliás, pagodeiros também. E nem venham com Pedro e Thiago, que mesmo sendo novos eles não aliviam em nada
6- Chefes. Principalmente os que se acham. No jornalismo tem muito disso: chefe que quer se dar bem com a mulherada oferecendo benefícios profissionais. E normalmente eles são eca
7- Kevin Costner. Puta galã com cara de maracujá maduro!
8- Leonardo DiCaprio. Ok, ele pega a Gisele Bundchen e não ia querer nada comigo. Mas cara imaturo tá cheio por aí, não preciso de um imaturo e famoso, ainda por cima
9- Roberto Jefferson. Preciso explicar?
10- Mick Jagger. Como um cara daquele jeito pode ser pegador, meu deus do céu? Mil mulheres, mil filhos, e magrelo e feio daquele jeito. Freud explica?
postado por: Mari 5:15 PM
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Proceis conhecerem
Mesmo que não interesse, hehehe...
Essa é a nova música de trabalho do Pedro. É fofa... tá nas rádios, já, e é do Ao Vivo.
Depois eu escrevo um post de verdade, prometo.
Quase Amor
(Jorge Vercilo)
Que poder é esse? O que que eu fiz?
Que desejo é esse que eu sempre quis?
Fez-se paraíso dentro de mim
Mas choveu granizo no meu jardim
Era um quase amor
Tipo casual
atravessa a dor e não fica mal
Eu fui condenado sem ter juiz
Me senti culpado de tão feliz
Um físico desafiou
Como que um sentimento pode o tempo atravessar?
Um cínico dissimulou
Isto vai passar
Um místico profetizou
Estava no seu caminho escrito e não se apagará
Um lírico poetizou da pra ver no ar
Era um quase amor
tipo casual
Atravessa a dor e não fica mal
Eu fui condenado sem ter juiz
Me senti culpado de tão feliz
Um místico profetizou
Estava no seu caminho escrito e não se apagará
Um lírico poetizou da pra ver no ar
Isso é pra usar de sinceridade
Eu morro de pensar fico na vontade
Mas se o que você diz já não é verdade que maldade!
postado por: Mari 9:30 AM
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Quarta-feira, Junho 15, 2005
Terça-feira, Junho 14, 2005
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Repostando...
A felicidade é amar o cotidiano
("é, ela endoidou de vez")
Pensei isso ontem, na plataforma do metrô, enquanto voltava pra casa de um plantão cansativo, mas divertido. Eu estava lendo, com um dia de atraso, uma matéria sobre os 60 anos do Chico. E, numa retranca ótima que se propunha a desvendar por que as mulheres adoram o rapaz, uma disse que é porque ele faz poesia das coisas mais simples, com Todo dia ela faz tudo sempre igual.
E eu pensei exatamente isso: a felicidade é amar o cotidiano. Pensei em como a gente não depende das férias, da viagem dos sonhos, do parceiro ideal ou de ganhar na loteria pra ser feliz. O mundo seria um lugar injusto por demais se fosse assim, se a gente não pudesse ser feliz no dia-a-dia.
O que a gente tem todo dia é o que a gente tem e pronto. É a mulher que sacode às 6 da manhã, o beijo de café, ou de hortelã. O despertador às 7h30, o ônibus que demora, as brigas com a foto, a comida ruim do bandeijão. Mas também é o caderno, que vai bem, são os cafés no meio da tarde e os chopes no meio da semana, o fim de noite na frente da tevê embalado a conversas com a família, as brincadeiras no meio do expediente, os fins de semana de folga, os amigos.
Quem sabe amar tudo isso é feliz, tenho certeza.
postado por: Mari 1:18 PM
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Segunda-feira, Junho 13, 2005
Domingo, Junho 12, 2005
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Quando eu nasci veio um anjo safado
Um chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser todo ruim
Já de saída minha estrada entortou
Mas vou até o fim
Acho que essa música combina comigo. Sempre achei. Uma vez coloquei o fim no meu nick do meu MSN e meu pai protestou: disse que estava lá na saída e o caminho não entortou tão rápido assim, não.
Pode até ser que tenha entortado um pouco prá frente, mas eu sempre achei que em algum lugar entortou. Não importa onde.
Ok. Minha estrada é meio torta. Mas como Chico e Ney, eu decidi que vou até o fim. Mesmo.
Quer dizer, eu não costumava ir.
Mas a nova eu vai. Ok, "nova eu" é um clichê meio idiota. Mas eu sou uma moça terapeutizada que não liga pra essas coisas. No mais, moças terapeutizadas como eu mudam. Bastante, o tempo todo, e pra melhor - claro, senão era melhor desistir de terapia.
E a minha nova decisão é não desistir mais nos primeiros problemas. Minha decisão é me agarrar ao que eu quero até o fim. Até o fim real, e não até o fim que a velha eu decidia que era o fim. Até um fim de verdade. Um fim justificável.
***
Na verdade comecei a pensar nesse post ontem, quando ouvi no rádio o Frejat cantando essa outra:
Procuro um amor que seja bom pra mim
Vou procurar, eu vu até o fim
postado por: Mari 4:51 PM
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Sábado, Junho 11, 2005
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Vejo flores em você
Gosto de flores.
Isso é mais ou menos uma novidade na minha vida. Mas eu gosto.
Não que eu já tenha recebido muitos buquês maravilhosos na vida. Alguns. Meus namorados nunca foram disso. Mais fácil eu ganhar flores de amigos, acho.
Mas tudo bem, eu aprendi que flor não é só pra ganhar. Comprar também é legal. Agora eu adoro essa coisa de que no meu bairro, a cada esquina tem uma floricultura. Acho demais da conta e compro flores pra casa.
E hoje eu ganhei uma rosa colombiana linda linda. Fui fazer matéria de dia dos namorados, coisa básica, e passei no Largo do Arouche, ver preço de flores e tal.
E ganhei a rosa.
O dono da floricultura falou que ia me dar uma flor. Não pelo dia dos namorados. Uma flor pra dar sorte. Perguntou se eu tenho namorado, eu disse que não. E ele: 'Então essa rosa vai te dar sorte. No ano que vem você vai ter um namorado que vai vir te comprar rosas aqui. E quando você casar, você vem aqui pra fazer o buquê'
Ok, beirou o cafona, mas eu fiquei comovida. Um clima meio love is in the air, mesmo eu não estando apaixonada nem nada.
Segundo ele, o grande 'mico' do Dia dos Namorados não é não ter namorado, mas sim não ter para quem dar flores. 'Sempre há alguém para presentear.'
Do I have someone?
postado por: Mari 7:09 PM
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Sexta-feira, Junho 10, 2005
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That's the way, I like it
Esse período pré-dia dos namorados tá sendo engraçado.
Hoje, no restaurante, ganhei uma maçã do amor. Todos ganhamos. E o melhor: um "vale selinho". Você preenche o seu nome, o nome de quem quer beijar, manda entregar e vê se a pessoa vem te dar o beijo. A Nani disse que seria mais interessante se fosse um "vale french kiss"...
Ok, é idiota, mas eu guardei o meu. Achei o cúmulo do bizarro ganhar um treco desse... isso porque eu não ganhei um preenchido, e, vcs sabem, pode acontecer - ainda mais levando em conta que eu sou uma pessoa de sorte na vida.
Amanhã vou fazer a tradicional e cansativa matéria sobre compras de última hora. Shopping center pessoas apaixonadas e eu lá, perguntando o que você comprou, por que deixou para a última hora, se guardou dinheiro, se pediu ajuda prá irmã, se conseguiu fugir de dar roupa pro namorado... excelente... foram 3 findis de folga, e eu estou irritada com a idéia de fazer plantão. Eu acho que não quero mais essa vida...
Mas tudo bem, nada abala meu bom humor. Brownie com sorvete é a receita pra me elevar prá alta onda, descobri. Aliás, descobri que a alta onda pode ser maior do que as outras tinham sido, eu posso melhorar meu padrão de alta onda. Eu melhorei meu padrão de alta onda. Eu sou um furacão encarnado em mulher, com certeza(A terapeuta é que vai gostar de saber disso). Eu não tenho motivos pra ficar reclamando da vida. Uma reclamaçãozinha aqui, outra acolá, porque senão a vida fica parada, né? E porque nada é perfeito. Mas é bom, no fim das contas.
***
Ajuda bem o fato de que amanhã eu vou ver, no sofá e comendo pipoca, Brilho eterno de uma mente sem lembrança. Adoro ter assinado a TV a cabo...
postado por: Mari 1:07 PM
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Quinta-feira, Junho 09, 2005
Quarta-feira, Junho 08, 2005
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Eu só quero chocolate
Incrível como um pouco de chocolate no organismo faz bem para uma mulher em TPM.
Duas, no caso de ontem, eu e a Déia.
Eu estava meio desanimada, trabalhei até tarde, baixa onda, etc, mas acabei topando ir no Filial pra comer um brownie com ela. E ainda bem que eu fui!
Porque além do brownie, a caipirinha também foi boa. E falar bobagem. E me sentir bonita e desfilando. E ver gente antiga e lembrar que elas são legais, apesar de trabalharem no inferno - o que depõe muito contra qualquer pessoa, mas não é decisivo, no fim das contas. Eu mesma já trabalhei lá, afinal...
Só sei que depois do brownie com sorvete eu acho que consegui voltar prá alta onda.
Ok, foi depois da terapia-cheia-de-choro, também.
Mas foi depois de ontem. Ontem, um dia decisivo.
***
Continuo com medo das pessoas estranhas que vivem nesse mundo
postado por: Mari 12:14 PM
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Terça-feira, Junho 07, 2005
Segunda-feira, Junho 06, 2005
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Friend is a four letter word
O que seria da minha vida sem meus amigos?
Non lo sò.
Niente.
Hoje eles foram absolutamente TUDO pra mim. Hoje, depois de um surto Léo-Jaime-a-vida-não-presta, eu poderia pensar em suicídio se não tivesse os amigos preciosos que eu tenho.
Djones e suas filosofias baseadas em músicas bregas
Rose e seu discurso na linha 'a minha vida também é uma merda, mas a gente se diverte', encerrando com um 'se eu estivesse aí a gente ia num japa', e vamos marcar pra outro dia dessa semana
Rita e sua solução 'vou ali comprar um Santa Helena, a gente bebe e tudo passa'
Du, que me chama de fofa e diz que quer me ver sorrindo
Cris, e os emeios xingando Poliana
E Déia, que tem sido a pessoa mais paciente dos últimos tempos, com todas as minhas crises de baixa auto-estima e de TPM, e sobretudo das duas coisas juntas
Amanhã será outro dia, tenho certeza. Estou disposta a fazer com que amanhã seja um novo dia. Vou usar roupa nova (terminei de pagar hoje, tá na hora de estrear). Talvez eu me disponha a me maquear, até. Num momento sou mais macho que muito hómi. Me, myself and I. E eu sou sensacional. Ok, se eu tivesse tanta certeza, não precisava ficar repetindo, mas se eu repetir uma hora acho que me convenço, né?
E amanhã, galera, vocês não vão precisar encarar a chorona de hoje. Prometo. Mas tenho de agradecer. Obrigada, really. Vocês são demais.
So, friend is a four letter word: love.
Love you all
postado por: Mari 7:25 PM
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Domingo, Junho 05, 2005
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Sou livre para amar/ Louco pra viver esse amor
Eu me admiro. Domingo, levantei às 8h pra ir até o Shopping Boa Vista (Rua Borba Gato!) pra ver o Pedro Mariano. Isso é que é amor...
Devo dizer que ele não estava tão animado, feliz e contagiante como da outra vez. Bem, da oura vez era a gravação do DVD dos dez anos de carreira. Se não fosse o show mais contagiante da vida dele ele teria problemas mentais sérios. Mas eu fiquei meio mal acostumada, fazer o quê?
O que não quer dizer, de maneira nenhuma, que não foi divertido. Foi sim! Cantei quase todas as músicas. E dancei loucamente - uma velha chata do meu lado estava preocupada que uma hora eu ia pisar no pé dela de tanto que eu dançava e pulava. E devia ter pisado pra ela deixar de ser mala. Show que tem pista é assim mesmo, afinal de contas!
E fui apresentada pros músicos. Assim: "Essa é a Mari. Ela é fã macaca velha." Como assim, cara pálida? Sou mesmo? Nem sou do fã-clube hehehe... ok, mas sou amiga de pessoas super militantes do fã-clube... tenho de assimilar essa nova fase da minha vida de pessoa que curte o Pedro. Se pá, logo mais vou ter fotos com ele, ui. Hehehe...
O que eu não esperava é que eu me divertisse tanto tanto mesmo depois do show. Saímos, nós, meninas loucas, pra almoçar depois do show. Lá no Salve Jorge, conhecem? Recomendo. Boa comida, preço honesto, Original gelada. E as sobremesas... hum... que pecado! Muito boas!
Saí às 9h30 de casa. Cheguei de volta às 18h - levemente obnubilada.
Boas surpresas pra um domingo ensolarado!
postado por: Mari 6:10 PM
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Eu tenho peito
Paguei R$ 16 pelo par
Homens leitores desse blog, me desculpem. Esse é um post que só interessa às mulheres - na melhor das hipóteses.
Sim, eu e a Rose fomos à 25 de março comprar UnBra.
Sim, nós gostamos
Sim, nós achamos que tem lá sua esquisitice
Sim, ficamos com vergonha de comprar no camelô
Sim, ficamos com vergonha de "experimentar" o tamanho na lojinha da chinesa atenciosa que nos vendeu
Sim, achamos bom ter peitos novos por tão pouco
E adoramos o sanduíche de mortadela do mercadão e os pinhões que trouxemos pra casa
postado por: Mari 5:58 PM
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Sexta-feira, Junho 03, 2005
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12/06
O terror.
Quando vai chegando essa data a mulherada começa a enlouquecer. Releases sugerindo presentes românticos deixam as solteiras chorosas e sentidas. A frase ¿mais um dia dos namorados solteira¿, dita entre suspiros de tristeza, é comum.
Muitas das minhas amigas estão exatamente nessa fase. Eu já fui assim, já passei por esse momento de terror, claro. Toda solteira já passou. Mas pra esse ano tá tudo bem. Não comecei a sentir a depressão do dia dos namorados como solteitra. Não pensei em ir a uma festa de solteiros. Não pensei em encontrar um namorado desesperadamente só pra não passar o dia 12 sozinha, ainda mais que é domingo.
É verdade que eu vou trabalhar e isso pode (ou não) aliviar muita coisa. Mas eu juro - juro - juro mesmo que não tô preocupada.
Bom, da última vez que eu passei um dia dos namorados sozinha e deprê, há dois anos, o forno cuspiu fogo na minha cara e o moço da ocasião ainda riu da minha cara. E saiu com a namorada, claro. Desde então eu desencanei, definitivamente, de esquentar com essa coisa de dia dos namorados sem namorado. No dia das mães eu não fico deprê porque não sou mãe. No dia da sogra eu não fico deprê porque não tenho sogra, nem porque não sou sogra. Então não tem por que entrar em paranóia no dia dos namorados.
E, quer saber? Vou é me dar um presente. A sugestão da Déia é que seja uma roupitcha. Mas eu pensei também num livro. Ou CD. Quando me der vontade eu saio pra procurar. Sem paranóias.
postado por: Mari 5:31 PM
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Carona
Aproveitando a estréia do Guia do Mochileiro das Galáxias, colo aqui esse trecho de outro livro do mesmo autor que o Du costuma usar nos seus emeios. É sensacional.
There is a theory which states that if ever anyone discovers exactly what the Universe is for and why it is here, it will instantly disappear and be replaced by something even more bizarre and inexplicable.
There is another theory which states that this has already happened.
-- Douglas Adams, "The Restaurant at the End of the Universe"
postado por: Mari 12:04 PM
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Thank you, girls
Momentos ruins são bons porque descobrimos que há pessoas por aí que realmente gostam de nós. Ok, essa foi uma declaração Poliana demais pra quem tá na baixa onda de John Gray, PhD. Mas é real.
Acho que tô conseguindo cumprir boa parte das minhas promessas. Não estou sendo assim tão chata, como temia a Rose (não estou exteriorizando tanto assim!). Mantive, hoje, a disposição por me cuidar diante do espelho antes de sair de casa.
E quanto às não-promessas, acho que também as estou seguindo. Não deixei de ser repetitiva. Ando em círculos, sim, mas o que fazer se não consigo sair deles? E, sim, deixei de lado a mulher bem resolvida. Já que eu inteira não consigo sair de férias, acho que a minha parte bem resolvida e terapeutizada foi tomar sol na Bahia, Cidade de São Salvador (ê, Dorival...).
A que ficou aqui é a antiga Mari, aquela que faz liquidação de si mesma. A que se deixa pechinchar, que deixa seu preço lá embaixo e mesmo assim teme estar se inflacionando. A Mari que vale troco e paga muito pelos outros. E se individa, claro. E de vez em quanto entra na baixa onda pra ver se abate uma parte dessa dívida... quem sabe quando eu voltar à alta onda eu consiga subir meu preço de novo. Espero que sim.
***
Special thanks to Déia e sua paciência sem fim
***
John Gray, PhD: autor de Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus, entre outros.
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Tenho medo de reuniões de pessoas do jornal... sempre acontecem coisas esquisitas!
postado por: Mari 10:57 AM
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Quinta-feira, Junho 02, 2005
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Baixa onda, o retorno
Eu tava legal, né?
Super bem. Com a cabeça bem no lugar. Esse blog aqui estava até ficando chato...
Mas, como diz o ditado, não há mal que sempre dure, nem há bem que nunca acabe
E eu me enchi de caraminholas de novo
Lembram de John Gray, PhD, né? "Mulheres são como ondas"
Minha alta onda durou bastante. Mas ele, PhD, garante que a baixa onda é inevitável
Essa não é uma baixa onda das piores. Prometo não ficar num daqueles momentos deprê em que nem eu me agüento. Prometo ser suportável. Mas não prometo não ser repetitiva, não prometo relevar desconforto que deveriam estar no passado, não prometo encarnar a mulher terapeutizada e bem resolvida que eu era até, hum, terça. Prometo tentar fazer como hoje: me olhar no espelho e me sentir bonita, todos os dias, antes de sair de casa - porque gostar de si é meio caminho andado. Mesmo em dias como hoje, em que dormi mal, estou com sono e a cara inchada, e um pouco hipocondríaca. Prometo tentar manter a auto-estima no lugar, mas não prometo que isso vai matar as caraminholas.
Também não prometo ser mais clara do que isso.
postado por: Mari 10:36 AM
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Quarta-feira, Junho 01, 2005
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Qualquer semelhança é mera coincidência...
Modelo até para ir comprar legumes
por Jô Hallack
Você se mudou para um lugar incrível, perto de muitos cafés, lojas bacanas e restaurantes ótimos. Nos fins de semana dá para ir a pé na feira de antiguidades e almoçar no galeto mais disputado da cidade.
Só tem um problema:
Para você ir na esquina comprar um parafuso no bazar você tem que colocar a sua camisa da Isabela Capeto. E você nem tem uma! E se você quer ir comprar frutas no supermercado, é bom arrumar um bom modelo. Afinal, da sua casa ao supermercado você passa por cafés, lojas bacanas, restaurantes ótimos e pessoas. Pessoas hypes, pessoas amigas e pretendentes em borbulhas caminhando pela rua.
E você coloca o seu modelo óóótimo - uma coisa super Adriana Barra - e vai comprar meio quilo de carne moída. Claro que nesse dia você não vai encontrar ninguém.
Mas, com a mais absoluta certeza, o dia em que você for mal ajambrada para a esquina, com aquela sua roupa péésima você vai encontrar aquele escritor incrível com quem você queria colaborar, aquela mulher uó que vai falar mal do seu modelo e aquele rapaz lindo, tudo de bom que você adora.
Em resumo: ir até a esquina sem pensar em modelo... jamais
postado por: Mari 9:50 AM
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