Divagações Espontâneas

Normal enough to know that you're weird... But too damn weird to do anything about it!



Segunda-feira, Outubro 31, 2005

Emotiva

Ontem me peguei naquela cena clássica: pote de doce de leite, colher, tevê. E um episódio de ER (haveria de ser outra coisa?), em que o Luka não consegue se abrir na terapia de casal pra onde a Sam o levou. Um homem que não sabe lidar com o passado. Te lembra alguém?
E o Carter vai pra Paris porque a mãe da Kem tá doente. E daí decide que vai, sim, pro Congo atrás dela. Que não quer mais nada da vida que não ficar com ela.
(pausa para os suspiros)
Todo mundo devia ter o direito de se apaixonar por um Carter. Por um Carter de verdade, i mean. Não precisa ser milionário nem doar uma ala pro County Hospital.
O que faz falta é alguém assim apaixonado. Visceral. Que sabe o que quer e vai atrás. Que não vê problemas, supera. Honesto consigo mesmo e com quem gosta. Queria acreditar que ele existe.

***

59,2 kg. Em frente, garota, sem essa de efeito-sanfona, por favor

***

Pequenas coisas felizes acontecem

postado por: Mari 10:56 AM


Domingo, Outubro 30, 2005

Dominguite

É verdade. Eu sofro de dominguite.
Ontem dormi meio cedo - depois de ver Shreck 2 na TV - e hoje acordei tarde, pelo meio-dia. Já são 14h e ainda nãop "peguei". Já sei que o que vou fazer vai ser ver séries na TV até dar a hora de ir ver esse filme, o que pra mim é uma aventura, porque sou meio avessa à Mostra. Não pelos filmes, mas pela situação toda. Filme, gente cool, essas coisas todas...
Enfim, como estou com o ingresso, bora lá.
Mas só assim, com programação feita, que eu consigo vencer a dominguite. E olha que eu nunca mais fiz balada de sábado à noite...

postado por: Mari 2:05 PM


Sexta-feira, Outubro 28, 2005

Por linhas tortas

É o que dizem. Que Deus escreve certo por linhas tortas. Deve ser mesmo verdade.
Eu nunca imaginaria que o fato de o Daniel ter terminado comigo poderia me fazer movimentar em direções tão positivas . O fato é que, de um jeito ou de outro, em conseqüência dessa situação no mínimo indesejada eu acabei fazendo as pazes com o meu passado. E hoje me sinto uma pessoa mais leve. Como diria o Pedro:

Sou livre para amar, louco pra viver esse amor
Sou livre pra voar porque não me importa o céu azul
Sou livre pra pensar, eu não devo nada a ninguém
E a liberdade é tudo o que eu sonhei, eu vou viver


Aí eu entendi um post que tá lá embaixo, que gerou comentários do tipo 'como assim?', e que acho que nem eu mesma sabia bem por que tinha postado.
Sou corajosa, sim senhor. Me espantou ouvir isso - te observei, me chamou a atenção como você é uma mulher corajosa - de alguém que a rigor não me conhece em nada. Eu nunca me vi como uma pessoa corajosa. Aliás, sempre me senti meio covarde.
Mas me esqueci de que coisas que aconteceram nos últimos meses (dá-lhe 5ª temporada) me transformaram, sim, numa mulher corajosa. É. Não tenho mais medo de ir atrás do que quero. Não tenho mais medo da verdade, doa a quem doer. E não tenho mais medo de procurar pessoas amadas que ficaram enroscadas no passado por motivos que só faziam sentido no passado.
Vai parecer ironia, ou excesso de espírito de Poliana, mas vou dizer mesmo assim. Tudo tem sempre um lado bom. Até um doloroso pé na bunda.
No mais, até plano de saúde tem carência, a minha passou e morreu o assunto aqui nas divagações.

postado por: Mari 11:16 AM


Quinta-feira, Outubro 27, 2005

Ninguém merece...

postado por: Mari 2:19 PM


Bronca

Eu: É como se adiantasse ficar medindo palavras pra não ferir os outros. Então as coisas não ficam claras! Não era melhor dizer tudo na lata e resolver duma vez?
Ela: Isso não te lembra ninguém?
Eu: Não... deveria?
Ela: Não mesmo?
Eu: Tô tentando. Acho que não
Ela: Você, um tempo atrás

É. Fazia várias sessões que eu só ganhava estrela na terapia. Ontem veio um chacoalhão...

***

Ontem à noite me senti bem menina de academia.
Só não sei se isso é bom ou ruim

postado por: Mari 12:59 PM


Terça-feira, Outubro 25, 2005

- Sabe, tem um nome pras pessoas que sempre dizem que estão perseguidas e que todo mundo está atrás delas.
- Sim, "perceptivo"

Woody Allen

postado por: Mari 7:03 PM


diz que até plano de saúde tem prazo de carência de um mês, e que o seu já passou

postado por: Mari 4:26 PM


Mary wants to be a superwoman
But is that really in her head
But I just want to live each day to love her
for what she is

Mary wants to be another movie star
But is that really in her mind
And all the things she wants to be
She needs to leave behind


Essa sou um pouco eu. Mary wants to be a superwoman.
Wanted.
Ser forte e legal e bem resolvida (e corajosa, hohoho) e andar de cabeça erguida é um objetivo que eu sempre busco. E na verdade não vejo muito problema nisso.

Mas às vezes, all the things she wants to be she needs to leave behind.
Às vezes não dá pra querer ser superwoman. Às vezes é preciso olhar pra mim e aceitar que tenho fraquezas e não posso encarar todas as situações na vida como se fosse uma fortaleza. Porque, vejam só, eu não sou uma fortaleza. Eu sou uma mulher. Eu não preciso ser mais forte que ninguém, na verdade. E, principalmente, eu não preciso me vestir de forte pra ajudar os outros a enfrentarem as suas fraquezas, que são tão parecidas com as minhas.

Mary wants to be a superwoman, mas não precisa ser sempre. Não precisa ter vergonha de assumir que certas coisas não dá pra agüentar.

***

Mas fico feliz por ter recebido isso num emeio:
"mas, acima de tudo, li seus textos e achei que você está muito bem, muito segura de si, então é isso o que importa"

***

amigator translator tabajara: quando tá em itálico, tô reproduzindo a fala de outrem. É alguma coisa que alguém me disse

***

Da Rachel, em Friends:
"you're a totally different person to me now. I used to think of you as somebody that would never, ever hurt me, ever. It's just changed. Everything. Forever."

***

Meu BBB dá audiência mesmo. Acho que eu sou boa pra caralho.
hohoho

***

Agora minha vida muda: hoje estou com bonecas da sorte nos pés!
E mais:alguém que eu tenho vontade de apertar todos os dias elogiou a sandália com as bonecas. He made my day.

postado por: Mari 10:49 AM


Segunda-feira, Outubro 24, 2005

Avaliação

Votei 2. Votei sim. Não sei se completamente convicta do voto, mas querendo dizer, no fim das contas, que sou contra as armas.
E o resultado foi 1, foi não. E, de repente, me preocupei com isso.

Será que, votando "não", o brasileiro está dizendo o contrário do que eu disse votanto "sim"?
Quer dizer, será que o brasileiro está dizendo "sim, eu acho que armas em casa são uma solução"?
Honestamente, espero que o brasileiro esteja dizendo "não, eu não aprovo o governo Lula então voto contra o que ele diz". Se for isso, pelo menos é uma reação ao momento. E não quer dizer que o brasileiro acha que é com tiro que se resolve as coisas...

***

Em breve teremos de decidir entre as escolhas certas e as fáceis
Vi no trailer de Harry Potter e o cálice de fogo. E me impressionou pensar nisso.

postado por: Mari 10:56 AM


Sábado, Outubro 22, 2005

Balanço

Foi uma semana cheia. Movimentada. Aconteceram coisas que mexeram muito com a minha cabeça.

A começar no trabalho. Depois de todo aquele momento "preciso de férias"+"férias"+"lentidão pós-férias", redescobri como se deve trabalhar pra o trabalho fazer sentido. Luz no fim do túnel: pode ser que eu até volte a gostar desse negócio.

Encontrei com ela. Conversei com ela (aos gritos, na balada, mas o suficiente). Sorri pra ela e ela sorriu pra mim e ela me abraçou. Se você não sabe o que isso significa, nem adianta eu tentar explicar. Só vendo.

Me testei e passei na prova. Como eu pensava, sou legal, interessante e chamo a atenção. Como eu estava predisposta a acreditar, não há motivos pra colocar minha auto-estima em xeque.

Acho que tomei uma decisão difícil. Hoje de manhã ela me parecia mais fácil de encarar. Agora estou amolecendo e começando a querer me engambelar e me convencer de que não é preciso. Mas não há muita pressa. Posso ponderar mais. E me lembrar do conselho que o Thiago me deu certa vez, num momento muito difícil: não esquece nunca: você é a pessoa mais importante. E acho que quanto mais eu pensar nisso, mais vou entender que levar a cabo decisões difíceis pode ser essencial.

E, mais uma vez, ficou provado: quem tem amigas tem tudo.
Eu as tenho.

postado por: Mari 11:26 PM


Corajosa?

postado por: Mari 1:25 AM


Sexta-feira, Outubro 21, 2005

Confesso

Me parte o coração ver essas fotos do Maluf saído da cadeia.
Todos nós sabemos que ele não é uma figura querida, etc, etc. Mas, nossa, 40 dias no xilindró detonaram o cara...

postado por: Mari 5:21 PM


Quinta-feira, Outubro 20, 2005

Academia é igual a bar
Quanto mais você vai, de mais doses você precisa pra ficar satisfeito

Eu sei, é loucura completa isso. Mas foi uma sensação bem clara que eu tive ontem, enquanto estava caminhando na esteira. Enquanto antes eu me contentava com meia hora andando a 6,5 km/h. Ontem, essa velocidade estava fichinha. Fui subindo, cheguei a 7 km/h e só não aumentei mais porque não quis começar a correr e ter de arregar - o que seria uma vergonha e ainda não estou segura de que agüento o tranco. Mas andei 40 minutinhos, e só não fiquei mais porque eram mais de 22h, estava ficando meio tarde pra uma moça como eu andar pelas ruas toda suada.
É que nem álcool. No começo, três cervejas te derrubam. Com a "prática", você precisa beber muito mais pra ficar alegre...
O fato é que acho que era verdade aquele negócio de que como a minha massa magra (ui) é boa, meu corpo ia reagir rapidinho aos exercícios. Acho que já estou passando do básico em só 20 dias...

***

Até tu, Luka?

Adoro ver episódios antigos de ER, vocês sabem. Acho-os instrutivos.
E depois de ter visto, acho que no mês passado, um episódio que me fez pensar "Até tu, Carter?", na reprise de ontem vi ele, sim, Luka Kovac vestir nariz vermelho e subir no picadeiro.
O episódio era uma espécie de "bad hair day" pro rapaz. Bem na época de Natal, depois de uma festa, numa ressaca daquelas, ele faz uns atendimentos que dão errado e acaba batendo o carro.
Mas a cena que eu quero destacar foi na festa, logo no início do dia complicado de nosso herói. Já bem obnubilado, ele estava isolado no quarto da Susan quando a Abby, a ex, entra lá pra pegar o casaco e ir embora. Quase trocando as pernas ele chega perto dela e pergunta se ela está bem. Ela responde que sim, está bem. Ele: "Você não me parece feliz". E começa com as clááássicas desculpas. "Eu cometi muitos erros. Eu poderia ter feito diferente". Blá, blá, blá. Até que o Carter entra pra resgatar a Abby e ela consegue ir embora e se livrar do bêbado-arrependido. Tipo clássico: faz tudo errado e depois, num momento de solidã-carência (tipo Natal sem família) acha que pode tentar consertar tudo.

Dá pra entender por que eu acho que a minha vida é tããão parecida com a da Abby?

postado por: Mari 11:11 AM


Quarta-feira, Outubro 19, 2005

Você já brincou de João Bobo?

postado por: Mari 12:27 PM


Terça-feira, Outubro 18, 2005

Coisas que eu aprendi
Porque a vantagem de chegar aos vintecinco é saber mais coisas do que eu sabia aos vinte

* Quando for a uma balada pé na jaca, cuide que seu sapato tenha a sola minimamente grossa - porque a bela aqui machucou o pé num caco de vidro na festa da Déia
* Vá a baladas pé na jaca
* Errar é humano. Persistir no erro é burrice. Por isso tá mais que na hora de eu desistir de métodos caseiros de depilação e encarar a realidade: no meu caso, tenho de encarar o preju do salão de beleza
* Cabelo fino como o meu pede hidratação freqüente. Não tem jeito
* Scarfun Boots é tudo de bom pra dias de chuva. Além de ser linda, claro
* Musculação é bom. Mas, sério, não pare pra voltar depois. Aquela dorzinha no corpo no dia seguinte é a pior sensação que existe
* De vez em quando vale a pena ser um pouco irresponsável e se jogar na vida
* Amigos são tudo de bom. Às vezes chego a achar que amigas são melhores que namorados
* O que passou, passou. Não mexa no passado, mesmo que ele seja muito remoto. É sinal de confusão

***

Ah, tem fotos da festa no flog!

postado por: Mari 1:46 PM


Segunda-feira, Outubro 17, 2005

Mudança de atitude

'mari,
internet é um negócio problemático'
Não é que eu não soubesse disso antes. Mas receber um emeio que começava assim na sexta-feira fez a ficha cair de verdade.
Em julho do ano passado comentei aqui sobre uma matéria do NoMinimo (que infelizmente não está mais no ar) que mostrava como a internet pode ser perigosa. Por causa de um escândalo sexual nos Estados Unidos, o repórter fez uma pesquisinha básica no Google colocando o nome da professora, um pouco mais nova que eu, e achou uma porção de coisas sobre ela. Na adolescência, tinha sofrido um acidente, o marido lutou na guerra (talvez do Iraque, não me lembro)... uma série de informações sem relação nenhuma com a acusação de ela ter mantido relações com um aluno menor de idade. Mas tava tudo lá. Na internet.
Eu ontem tive o trabalho de colocar o meu nome no Google (antes de escrever esse post) e vi que tudo o que se encontra lá a meu respeito são matérias que eu fiz. Só pra confirmar que, como blogueira, eu sou uma pessoa que toma os devidos cuidados.
O que eu me esqueci de considerar - por excesso de ingenuidade, talvez - é que virou moda uma nova forma de espionagem virtual, na qual as pessoas mesmo mostram muitas coisas a seu respeito. Claro que estou falando do Orkut. Lá, por algum motivo, a gente se esquece de que a internet é um negócio problemático, vai lá e coloca o seu nome, a sua foto com seus amigos, comunidades de lugares que a gente freqüenta e até... o link do seu blog! Quanta inocência...
Aí eu paguei por esse descuido. A começar por aquele emeio do começo desse post tive horas de desgaste para conseguir me defender de algo que escrevi no outro blog. Tudo porque alguém, que não me conhece e que eu não conheço, decidiu buscar informações sobre a minha vida. Com que propósito eu não sei - tenho palpites, claro, mas não entendo. E aí tive de gastar meu verbo até convencer um terceiro (esse, sim, eu conheço e me conhece suficientemente bem) de que não, eu não estava errada, não estava fazendo nada de mais, não estava agredindo ninguém, blá, blá, blá. Por sorte, ao fim da conversa ouvi até um pedido de desculpas.
Mas tomei uma decisão. Essa mudança de atitude aí do título.
Eu pago pra não ter problemas. Então, 1- brincadeiras daquele tipo serão excluídas das minhas páginas virtuais. E, 2- minha página no Orkut não carrega mais informações a meu respeito.
'Mudou por causa dos outros!' Sei que vou ouvir essa acusação. Mas não é isso. Mudei por minha causa. Se o meu 'big brother' tá dando tanta audiência, como disse a Déia, eu vou ficar debaixo do edredon. Porque quem não me conhece não tem de saber nada a meu respeito. E se quiser saber, me pergunta.
A partir de agora prefiro que quem quiser saber algo a meu respeito me olhe na cara antes de descobrir.
Ah, e esse post eu não edito

***

Momento Bridget Jones
Peso hoje, depois da aula de step: 59,8 kg
Mesmo com a semana pé na jaca que eu tive, meio quilo menos do que na segunda passada, depois da mesma aula. Parabéns pra mim! Agora, então, o canal é levar a sério!

postado por: Mari 10:20 AM


Domingo, Outubro 16, 2005

Samba do Grande Amor
Chico Buarque

Tinha cá pra mim
Que agora sim
Eu vivia enfim o grande amor
Mentira
Me atirei assim
De trampolim
Fui até o fim um amador

Passava um verão
A água e pão
Dava o meu quinhão pro grande amor
Mentira
Eu botava a mão
No fogo então
Com meu coração de fiador

Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira

Fui muito fiel
Comprei anel
Botei no papel o grande amor
Mentira
Reservei hotel
Sarapatel
E lua-de-mel em Salvador

Fui rezar na Sé
Pra São José
Que eu levava fé no grande amor
Mentira
Fiz promessa até
Pra Oxumaré
De subir a pé o Redentor

Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira

postado por: Mari 5:33 PM


Foi melhor assim

ouvir isso de alguém que apoiou uma decisão anterior (diferente da realidade atual) só pode ter um significado muito verdadeiro

postado por: Mari 4:34 AM


Sexta-feira, Outubro 14, 2005

Eu fiz, eu fiz, eu fiz...

Eu imitei o soquinho do dr Benton na abertura de ER

postado por: Mari 6:15 PM


Mais sobre a crise dos vintecinco

Pensando bem, não é exatamente uma crise dos vintecinco. Não exclusivamente dos vintecinco, pelo menos.
A verdade é que eu já tinha cantado essa bola prá Fabi em agosto. Quando eu voltasse de férias teria algum tipo de crise.

Vejamos.
Passei os últimos meses com o foco da minha vida nas férias. Pensava nas datas, nas pasasgens, no dinheiro, nas roupas, nos roteiros. Na companhia, na hospedagem, em quanto tempo passar em cada lugar. Em reservar pousada, em emagrecer, em ter um biquine novo.

De repente - quer dizer, depois de 30 dias - as férias passaram. Foram ótimas, não tenho do que me queixar (hum, tenho, mas deixa pra lá). Mas agora... chegou a hora de recomeçar. De repensar. De ter novos objetivos - além de ser a Bela mais linda do fim de semana, claro.

E isso dá trabalho. E é difícil.
Mas 'bora lá...

postado por: Mari 10:40 AM


Quinta-feira, Outubro 13, 2005

Pequenos pensamentos

* Sorte de hoje:Você passará em uma prova de fogo que o tornará mais feliz
(do orkut)
Oié, I believe that

* Como diz a Rita, quem disse que Deus não existe? Existe, sim. E tem senso de humor. (e nem sempre ri de mim)

* Estou mais leve. Fiz uma coisa que achei que devia fazer: procurar o Rodrigo pra conversar. Aprendi que certas coisas não se apaga, e de certas coisas não se abre mão (muito menos quando você abre mão sozinha, e não vê a contrapartida)

* I love to be me once again

* Quero vestir logo a fantasia da Bela!

* E parem tudo: Juju está de volta à redação!

postado por: Mari 4:50 PM


A crise dos vintecinco

Já faz um tempinho que eu percebi que perdi o título honroso de 'caçulinha da turma'. Se antes eu era sempre a mais nova entre as meninas do jornal, a entrada de pessoas como a Ritinha (novembro/1981) na nossa tchurma me fez ver que o tempo passa. Mas isso é o que menos importa - foi só o primeiro sinal.
Comecei a pensar com preocupação no assunto, mesmo, por causa do Daniel ('meu deus, mais essa culpa pro menino carregar?'). Vejam bem. Logo que nos conhecemos ele completou 24 anos. Estou acostumada a me relacionar com homens mais velhos, ao longo do tempo. Além do mais, ainda penso em mim como se tivesse... 23! Então, na minha cabeça, estava namorando um cara mais velho, como sempre.
Até que um dia o inevitável aconteceu: me dei conta de que não só ele não é mais velho que eu como é simplesmente o cara mais novo com quem eu já me relacionei. Ever. E ao contrário do que acontecia antes, não rolava um abismo por conta da idade - há dois, três anos, qualquer pessoa meio ano mais nova que eu soava incrivelmente infantil. As coisas mudaram porque o tempo passa.
E eu, ao contrário do que pensava, não só não tenho 23 como tenho quase 25. Vintecinco. VINTE E CINCO. Entenderam? Mais velha.
Como se não bastasse, o jantar de domingo (foto no flog!) me fez voltar a pensar no assunto. Comecei a relatar pro Du (que eu conheço desde 1988!), prá Hana e pro Pinguim sobre a minha crise.
Vejam bem, pareço a música da abertura de Friends. Aos 25, não tenho nada do que me orgulhar. Minha carreira... sucks. Nem o piso da categoria eu ganho. Não tenho nome, não tenho um bom salário, não sei se estou na profissão que mais amo. Não comprei um carro, não comprei um apartamento, nem tenho pretensões de fazê-lo tão cedo (comprei um guarda-roupas, apenas). Se tiver de comprar uma máquina de lavar roupas, provavelmente vai ter de ser no carnê! Não fui estudar na Europa, nem nos Estados Unidos. Não penso em seguir carreira acadêmica ou em fazer uma pós. Não moro sozinha (meu mais ousado plano é dividir um aluguel no ano que vem, quem sabe). Não casei nem tenho expectativa de casar. Não tenho filhos nem vejo a chance de ter logo. Não tenho um relacionamento estável.
E tenho quase vintecinco.
Como se não bastasse, Pinguim me diz: 'Então você está me chamando de perdedor. Tenho 23 e estou agora entrando na faculdade que quero.' Vintetrês. E me dei conta de que eu era a pessoa mais velha da mesa. E mudei de assunto.

Eis a crise dos vintecinco: cheguei a eles sem nada do que me orgulhar.

postado por: Mari 10:43 AM


Quarta-feira, Outubro 12, 2005

Deja vù

De repente tive essa leve sensação.
Acho mesmo é que vou fazer a lição de casa que a Fabi me passou. Não é das mais simples nem das mais agradáveis, mas eu vou fazer. Porque sei que é pro meu bem

postado por: Mari 8:27 PM


Recordando

Carter
You are DR John Carter:

So kind so loyal so sweet.

but maybe you need to sit back and let other people
take you're weight for a while


Which ER Character are you?
brought to you by Quizilla

postado por: Mari 4:35 PM


Sobre todas as coisas

* Desde segunda não consigo ver ER. Porque acordo cedo pra ir na academia e às 23h já estou morrendo de sono. Ainda não me adaptei às mudanças da 6ª temporada...

* É muita empolgação! Ontem fiquei arrumando a alça do vestido da fantasia da Bela lá pelas 22h, vendo Medical Investigation... eu, que não me via, até outro dia, me jogando dessa forma em uma festa a fantasia!

* Adoro meus amigos. Eles me ajudam a ser venenosa e a me divertir com isso! Digo isso porque Inês Elena, pobrezinha, ficou no chinelo. Eu e a Déia arrumamos ooooutra vítima... que nos dá muito mais diversão, hohoho. E há outras pessoas entrando na onda do veneno!

* Adoro minha terapeuta. Ela me faz rir e às vezes, como ontem, diz coisas como "agora é um parênteses, não é mais terapia, tá? Mas tenho um palpite..."

* Acho que tô começando a conhecer a tal "crise dos vintecinco", da qual a Déia falava tanto... depois escrevo um post sobre isso!

postado por: Mari 1:23 PM


Terça-feira, Outubro 11, 2005

Fotos!

postado por: Mari 1:45 PM


Segunda-feira, Outubro 10, 2005

Surrealismo?

Pffff....
você não conhece a minha vida, não?
Perto dela, Picasso é um cara super sensato e suas obras, um poço de sanidade

postado por: Mari 1:38 PM


Por que Maria Rita sempre me faz chorar



Sábado fui vê-la de novo. Pra começar que ela é linda.
No mais, ela canta que me faz chorar. De novo, essa música me fez chorar. Dessa vez porque ela conseguiu melhorá-la. Dar mais emoção a uma música que por si só é puro sentimento. Ela sempre consegue... Linda, linda...

Santa Chuva

Marcelo Camelo

Ele:
Vai chover de novo, deu na TV
Que o povo já se cansou de tanto o céu desabar
E pede a um santo daqui que reze ajuda de Deus
Mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra mim
Vem cá que ta me dando uma vontade de chorar
Não faz assim, não vá pra lá
Meu coração vai se entregar à tempestade


Ela:
Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra vez?
Cadê aquela outra mulher? Você me parecia tão bem!
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar
Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha TV que eu vou de vez
Não há porque chorar por um amor que já morreu
Deixa pra lá, eu vou, adeus
Meu coração já se cansou de falsidade


***

60,3. Peso de hoje, na balança, depois das aulas de Step e Glúteos.
Agora me peso de novo só segunda que vem

postado por: Mari 10:08 AM


Sexta-feira, Outubro 07, 2005

Ctrl+C, ctrl+V


Déia diz: hi, dear
Mari diz: quer uma metáfora da vida bem engraçada?
Déia diz: xim!
Mari diz: 40 minutos na esteira, a 6,6 km/h. Meu coração se comportou direitinho: permaneceu o tempo todo na faixa de queima de gordura. Minhas pernas é que doeram antes. Meu coração é mais forte que meu corpo
Déia diz: caraca... analogia BASTANTE postável, não?
Mari diz: oié! Achei uma metáfora da vida no mínimo curiosa
Déia diz: menina, como vc consegue fazer essas auto-análises tão sensacionais, hein?
Mari diz: hahaha, sei lá. Eu sou boa pra caralho
Déia diz: é sério, muito boa mesmo! Se quiser virar terapeuta, nem precisa de diploma!

postado por: Mari 9:57 PM


Repostando

É originalmente de 5 de julho de 2004, mas me lembrei dele e resolvi buscá-lo. Tá aí

Meninas não vão para a Terra do Nunca

Eu tive um findi meio criança. Vi Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, e vi também Peter Pan.

E é, naturalmente, do segundo que tiro o título desse post.
É um filme pra crianças, mas é um filme para adultos. Uma história para adultos, sobre amadurecer.
É difícil amadurecer. Mas é curioso como os meninos ressitem mais.
Peter explica pra Wendy que não há meninas na Terra do Nunca porque elas são espertas demais. Eu diria realistas demais. Elas sabem (nós sabemos) que é preciso crescer, que o tempo não pára (já dizia Cazuza), e é preciso acompanhá-lo.
Eles, não. Querem continuar vivendo como meninos para sempre. Peter prova isso perfeitamente, quando diz a Wendy que o que há entre eles é faz-de-conta. "A gente está se divertindo, não? É isso o que importa". Ela concorda, nitidamente decepcionada. Porque, afinal, não adianta discordar, protestar, espernear. Cresce quem quer crescer.

postado por: Mari 5:22 PM


Eu e os dramas da minha vida hoje

Tendai ontem. Me empolguei. Comi um monte - claro. E achei chique ter ostras no rodízio e comi um monte delas. E passei mal à noite. E estou passando mal até agora. Indisposta, com sono. Querendo que o mundo acabe agora ou que eu dê uma morridinha, como diz a Rita, só até passar esse mal-estar...

Festa da Déia semana que vem. A fantasia. E eu, sem fantasia. Quero a Fiona, quero a Dorothy, quero alguma fantasia. Mas não sei onde arrumar uma legal. E tô com preguiça de procurar.

***

Mas, no fim das contas, não posso esquecer que amanhã tem Maria Rita, néam?

postado por: Mari 3:42 PM


Quinta-feira, Outubro 06, 2005

Friends will be friends

Juju me mandou hoje pelo msn, citando Sex an the city

Carrie: Maybe our mistakes are what make our fate. Without them, what would shape our lives? Perhaps if we never veered off course, we wouldn't fall in love, or have babies, or be who we are. After all, seasons change. So do cities. People come into your life and people go. But it's comforting to know the ones you love are always in your heart. And if you're very lucky, a plane ride away.

Talvez eu só esteja meio sensível, mas tive vontade de chorar. Porque é verdade. E porque é muito - muito - muito bom saber que tenho amigos. Saber que nesse mundo existem pessoinhas assim preciosas que aparecem em momentos meio inesperados pra nos mostrar que a vida vale a pena.

Update às 14h35

Mais coisinhas da Juju que fazem valer o dia:

"eiii, que bom que voce voltou. legal falar sobre essas coisas - tipo dryfit - com voce. rs"

"você terá temporadas eternas, com muitos personagens coadjuvantes. uma hora aparece seu big/ross de verdade. enquanto isso, faça a platéia rir. (e ria tb! rs)"

postado por: Mari 12:05 PM


Quarta-feira, Outubro 05, 2005

Eu sei, vai parecer idiota
Mas eu realmente me sinto incentivada com gritos de professor de academia

Segura quadriiiiil! Quatro, três, dois, um! Ele, cruza! Junta tudo! Sim ou nããão?

É, é meio idiota. Mas pelo menos consigo seguir a aula. Animada. Vermelha, suando, mas animada

postado por: Mari 8:49 PM


Confesso que não sei

No começo parecia completamente óbvio. Claro que sou contra o comércio de armas no Brasil, claro que vou votar sim no tal referendo.
Mas comecei a ouvir contra-argumentos. E comecei a ficar confusa. Não vai resolver nada, isso é óbvio. E é o governo se metendo. E são os pequenos proprietários de terra que precisam de uma espingardinha pra se defender de animais. E tantos contra-argumentos que me deixam confusa. E o comércio ilegal, que talvez só aumente a violência.

Não sei. Agora estou ficando confusa.

Continuo sendo contra as armas e contra a violência. Mas será que a tal proibição vai mesmo melhorar as coisas?

Confesso que não sei.

postado por: Mari 1:25 PM


Terça-feira, Outubro 04, 2005

Rumo à nova temporada

É como nas séries da Warner. Quando uma temporada termina e a outra não começa, a gente reprisa episódios das temporadas anteriores. Então, pra você que não me acompanha há muito tempo, ou pra você, leitor antigo e que quer reviver emoções, vou fazer um resumão das cinco primeiras temporadas da minha série enquanto aguardamos o início da próxima.

Primeira temporada: Eu entro na vida adulta, na prática. Arrumo meu primeiro estágio e um namorado. É uma temporada de construções. Descobrir como é trabalhar e passar a ter menos tempo, aprender a importância de fazer uma poupança e de dedicar tempo e atenção a quem a gente ama. Foi uma bela temporada

Segunda temporada: Representou uma grande evolução. Comecei a estagiar em um grande jornal e o namorado, em uma grande rede de tevê. Ele foi morar sozinho e passou a enfrentar os dramas de não ter mais a mãe por perto, ainda mais que não foi por escolha. Superamos bem.

Terceira temporada: Nessa temporada acho que o público estava cansado do relacionamento estável. Ou o relacionamento estável ficou cansativo, talvez. O fato é que as vidas ganharam prioridades diferentes e o relacionamento ficou desgastado. No fim da temporada, a entrada de novos personagens agitou a série. A última cena da temporada memmostrou terminando o namoro cheia de esperanças com uma nova relação.

Quarta temporada: Essa temporada começou com muito otimismo, mas logo se desmantelou. O tão prometido novo relacionamento escorreu como areia das minhas mãos. O emprego ia mal, mudei. E perdi a capacidade de ser centrada. Buscava me concentrar mais em mim, comecei a terapia, entrei na academia, mas ao mesmo tempo trabalhava demais, passei a beber muito, a dormir em horários estranhos e a bater cabeça nos relacionamentos. Com a nova mudança de emprego, no fim da temporada, uma nova perspectiva parecia se abrir. Rumo a uma temporada mais saudável

Quinta temporada: Na temporada passada eu entendi que mudanças de atitude seriam necessárias pra que eu me sentisse melhor comigo mesma. Acima de tudo, eu precisava me respeitar. E comecei a me levar mais a sério ao me relacionar com as pessoas. Se eu puder resumir a temporada passada em uma idéia, eu diria que foi quando amadureci para o relacionamento com as pessoas. Notadamente no relacionamento com as pessoas da minha família, mas também com os amigos e os pretês. Passei a me responsabilizar só por mim, ao contrário do que eu costumava fazer antes, querer resolver todos os problemas do mundo pelos outros. Amadureci. A prova foi que, já pro fim da temporada, comecei um relacionamento diferente de muitos dos últimos: saudável. Eu estava preparada para uma relação adulta e ela apareceu - porque segundo a minha terapeuta, nada acontece por acaso. Só que pouco tempo depois - e isso foi nos últimos episódios da temporada - a tal relação saudável foi por água abaixo. O que talvez tenha acontecido pra me provar que não só eu já estava pronta para a relação como para superar frustrações do tamanho dessa.

Rumo à sexta temporada: A próxima temporada começa amanhã, por sugestão da Déia. No primeiro episódio eu volto de férias totalmente diferente do que saí (a não ser pelo peso, exatamente o mesmo depois de engordar nas férias e emagrecer na depressão pós-fim de namoro). Um pouco mais queimada, matriculada na academia e decidida a incluir esse hábito na nova temporada. Decidida a tomar outras atitudes saudáveis, como passar a beber menos. Contente com a idéia de voltar a ver ER todas as noites, e animada para voltar ao hábito de ler muito - perdido no fim da temporada passada. Decidida a fazer uma poupança de verdade. Só sei que agora eu vou é cuidar mais de mim, como diz Rita Lee.
Ah, claro, sempre há novos personagens. A Déia, o Amaral e a Rita já estão cuidando disso pra mim, aparentemente... não que eu esteja realmente preocupada. Se teve uma coisa que eu aprendi na quinta temporada é que eu sou legal o bastante pra me preocupar com os outros - a não ser que os outros sejam os meus amigos, esses que eu adoro loucamente.

postado por: Mari 4:30 PM


Segunda-feira, Outubro 03, 2005

Tem músicas que até dóem...

Muito Pouco
Maria Rita
Composição: moska

Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida trás.

Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero (mais)

Chega!
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém nos comparar
Por que
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar

...veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior

postado por: Mari 5:06 PM


Stronger than yesterday

Me perdoem a cafonice de usar Britney Spears como título do post, mas nada me pareceu tão apropriado como esse trecho.

Meus pensamentos se modificaram de repente no sábado. Sozinha, num enorme e confortável quarto de hotel em São Pedro, depois do jantar, meio sem sono, liguei a tevê e estava passando Um lugar chamado Notting Hill. A certa altura alguém diz:

Ninguém sabe por que algumas coisas na vida dão certo e outras não

Isso não tem nada a ver com ninguém é responsável pelo que aconteceu. Mas tem a ver com o fato de que mesmo que eu não tenha feito nada errado as coisas não funcionaram tão bem como eu achei que funcionariam. E isso não quer dizer que eu sou uma looser, quer dizer que as circunstâncias não facilitaram.

No mais, não foi a primeira história que deu errado. Não foi o primeiro que achou mais seguro voltar para a ex, mais conhecida, do que aceitar o desafio de construir algo novo e desconhecido ao meu lado - logo do lado dessa moça de personalidade forte e algumas exigências incontornáveis. A perda foi maior pra eles, porque minha personalidade forte me faz uma apaixonada disposta a muitas coisas pelos que amo. Mas cada um faz as suas escolhas e não desejo que ninguém seja infeliz somente pelo fato de ter me magoado. Eu sei que o Dani não fez nada disso por mal e sei que era verdadeiro o que ele dizia sentir por mim. E sei que, por pouco que tenha durado, eu aprendi coisas a meu respeito, coisas que vão me ajudar a ser a cada dia uma pessoa melhor e que se respeita mais.

No mais, se Daniel Carlomagno escreveu Furacão pra outra mulher ele deveria reconsiderar. Porque Ela é um furacão encarnado em mulher não cai tão bem a outras mulheres como cai pra mim, agora. Aquela história do favo de mel e tal. E isso me faz sentir bem. É a vida me esfregando na cara que é preciso continuar. Que vale a pena continuar, mais do que ficar sofrendo e parada no tempo.


***

Da Rachel, em Friends:
"you¿re a totally different person to me now. I used to think of you as somebody that would never, ever hurt me, ever. It's just changed, Everything. Forever."

***

Fotos, fotos, fotos! Comprei um caderno pra fazer um scrapbook da viagem de férias. E estou me coçando pra fazer um gotolog ou algo que valha.

postado por: Mari 3:49 PM




Eu visito

Divagacoes Visuais

Mulherzinha

Desgraceira

Singer in the reign

Moda pra ler

Du!!

Admirável Surto Novo

desmemória

Niente

Provisório-Permanente

Obnubiladas

Borderline

Boteco Pop

Podia ser mentira
arquivo