Alguém avisa que picaretagem devia ter limite?
Então dia desses fui carregar o bilhete único, o Felipe comigo. Na fila, reparei que a senhorinha que trabalhava para a Bilhete Único Inc. tinha um livro na mão que despertava o maior interesse. Ela não parava de ler, parecia que nós, clientes da Bilhete Único Inc., estávamos atrapalhando seu programa ao querer colocar crédito nos nossos cartões do transporte público paulistano. Ela fixava os olhos no livro sempre que não precisava fixar na maquininha de carregamento do bilhete e só muito raramente chegava a olhar na cara dos clientes.
Bom, eu fiquei curiosa. Que livro é esse tão interessante? Não me agüentava de curiosidade enquanto estava na fila. Não via a hora de ser atendida para poder espiar do que se tratava.
Não me pergunte os detalhes, porque eu só guardei o mais importante. O livro era um romance espírita. O autor?
O espírito Eça de Queiroz.
postado por: Mari 10:15 PM